Home Office é comum para quase metade dos trabalhadores britânicos
Por Techworld.com
Publicada em 08 de setembro de 2010 às 13h10
No entanto, estudo aponta que usuários pouco se preocupam com a segurança na hora de acessar as redes de suas empresas remotamente.
Visto anteriormente como um privilégio excêntrico, o Home Office – ou o hábito de se trabalhar de casa - já é um sistema usado por quase metade dos trabalhadores de escritório do Reino Unido neste verão. A informação foi divulgada pela GrlDsure, empresa especializada em equipamentos de autenticação de senhas.
O levantamento feito pela companhia foi pequeno – apenas 102 pessoas participaram – mas, ainda assim, é possível visualizar as rápidas mudanças que acontecem no ambiente de trabalho. 46 por cento dos trabalhadores entrevistados afirmaram que tinham planejado trabalhar remotamente de casa em agosto deste ano (mês que faz parte do verão europeu), sendo que apenas quatro por cento deles estavam fazendo isso pela primeira vez. Mais da metade definiu o termo “remoto” como sendo “de casa”, mas, seis por cento disseram que haviam trabalhado remotamente durante as férias, acessando suas tarefas de outros lugares, como em um trem, por exemplo.
O documento aponta ainda que 68 por cento dos entrevistados definiram o Home Office como uma parte importante para satisfação no trabalho; e 15 por cento dos participantes disseram que até poderiam trabalhar remotamente, mas foram impedidos de fazê-lo pelo seu empregador.
A maioria daqueles que praticam o Home Office usou a Internet para realizar seus compromissos profissionais, mas um quarto deles se queixou da velocidade do seu serviço de banda larga; já 16 por cento dos pesquisados mostraram-se preocupados com a segurança de dados. E, surpreendentemente, apenas nove por cento demonstraram algum tipo de preocupação com problemas técnicos em torno de senhas ou tokens de acesso inteligente.
“Com demasiada freqüência, o trabalho remoto é associado com preocupações em torno da segurança e da dificuldade em se registrar em redes remotas”, disse Stephen Howes, CEO da GrIDsure. “Esse tipo de experiência pode ser frustrante para o usuário final e também coloca pressão desnecessária sobre o suporte de TI das empresas. Além disso, é preocupante ver um número tão grande usuários acessadno suas redes sem qualquer forma de autenticação”.
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