Icahn diz, em carta, que líderes do Yahoo só querem manter empregos
Por IDG News Service/EUA
Publicada em 04 de junho de 2008 às 17h54
Icahn disse, também, que ficou horrorizado com o valor do plano de compensação para os funcionários do Yahoo que garantiria a eles benefícios generosos se a companhia fosse adquirida. Com o plano, a Microsoft teria que pagar 2 bilhões de dólares a mais do que o preço de aquisição.
“Até agora, acreditava ingenuamente que máquinas autodestrutivas eram apenas ficção dos filmes de James Bond. Nunca acreditei que elas pudessem ser ativadas na vida real. Acho que nunca soube sobre Yang e o conselho do Yahoo”, escreveu.
Ele chamou de insultante a postura da diretoria do Yahoo de afirmar
que estavam dispostos a negociar e que não entendiam o porquê da Microsoft ter
desistido.
“O conselho foi convenientemente negligente em relatar para os acionistas a magnitude do plano em pauta para tornar praticamente impossível para a Microsoft continuar negociando”.
O que incendiou a fúria da última carta de Icahn para Bostock foi o processo de classe movido em fevereiro na corte Chancery do estado Delaware. O juiz William Chandler decidiu na segunda que a corte não deveria manter os documentos do processo em segredo, apesar dos argumentos do Yahoo em contrário.
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