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09 de julho de 2009
mercado
Fusões e Aquisições

Yahoo pede a acionistas que mantenham não à proposta da Microsoft

Por IDG News Service/China

Publicada em 14 de fevereiro de 2008 às 08h32
Atualizada em 14 de fevereiro de 2008 às 08h33

Pequim - CEO do Yahoo, Jerry Yang, diz que a posição do Yahoo é de destaque em um mercado em franco crescimento e que a proposta é baixa.

O CEO do Yahoo, Jerry Yang citou o crescimento do mercado de publicidade online e a posição de sua companhia para mostrar aos acionistas as razões para que rejeitem a proposta de aquisição da Microsoft. Os argumentos foram apresentados em uma carta que o executivo enviou aos acionistas na quarta-feira (13/02).

A carta, cujo conteúdo veio à público também na quarta, indica que proposta de compra não solicitada por 44,5 bilhões de dólares é baixa demais. Yang diz que o Yahoo é o site mais visitado dos Estados Unidos e que possui posição destaque no setor de anúncios online, além de contar quase ter quase um a cada dois usuários de internet do mundo como usuários.

Yang não cita dados e fontes para a maioria de suas reivindicações. Entretanto, uma pesquisa de novembro da comScore Networks confirma que o Yahoo é o líder do setor de anúncios online com quase 19% do mercado.

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O mercado de anúncios online deve crescer de 45 bilhões de dólares no ano passado para 75 bilhões em 2010, segundo Yang, e que o Yahoo quer “ter vantagem do que consideramos como uma janela única de tempo neste crescimento – e evolução – deste mercado para crescer em participação de mercado e criar valor para os acionistas”, diz.

A companhia planeja crescer em número de visitantes “em cerca de 15% ano após ano nos próximos anos”, embora não especifique como. Ele também disse que o seu sistema de marketing e busca, Panama, com duas aquisições feitas em 2007 (Right Media e Blue Lithium) complementariam e realçariam as capacidades e tornarão mais fácil para os anunciantes online comprar e vender propagandas na web.

Tanto o Yahoo quanto a Microsoft têm se esforçado para competir com o sucesso do Google em anúncios online, especialmente a busca paga e os programas Adwords. Baseado nos dados da comScore, a Microsoft capturou somente 6,7% dos displays de anúncios online. Essa baixa performance é vista como o principal ímpeto por trás desse movimento de interesse pelo Yahoo.

A carta não faz menção de conversas com a News Corp. por algum tipo de troca de ações ou também de interesse em deslocar ou forçar a companhia de software a impulsionar a oferta pelo Yahoo, como citou o jornal The Wall Street Journal na quarta-feira.

Steven Schwankert, editor do IDG News Service, de Pequim

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