Brasil é 4º país em desenvolvimento em estudo de conectividade
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 30 de janeiro de 2008 às 14h54
Atualizada em 30 de janeiro de 2008 às 16h33
São Paulo - Connectivity Scorecard dá nota 4,28 para uso de tecnologia por governo e usuários, atrás de Rússia (6,11) e Malásia (5,82).
Entre as nações em desenvolvimento, o Brasil ocupa o 4º lugar no ranking do estudo Connectivity Scorecard, que avalia como governo, iniciativa privada e consumidores usam a Tecnologia da Informação e Comunicação para impulsionar o crescimento de suas economias.
O estudo, revelado nesta quarta-feira (30/01), é de autoria do professor da London Business School, Leonard Waverman e avalia o uso e infra-estrutura de tecnologias de conectividade - como instalação de cabos de fibra óptica e penetração de celulares e computadores - na economia dos países por meio de notas.
Avaliado com nota 4,28, num cenário onde 10 representa nota máxima, o País ficou atrás de Rússia, na liderança com 6,11 pontos, Malásia e México, que alcançaram 5,82 e 4,37, respectivamente.
Waverman aponta que nem mesmo os países mais ricos usam de forma eficiente os seus recursos. Na lista, o primeiro lugar ficou com os Estados Unidos, com nota 6,97, relativamente baixa para seu avanço tecnológico, segundo o pesquisador, que apontou como uma das missões do país para subir sua nota aumentar a penetração de banda larga, que hoje é muito baixa.
A classificação segue com a Suécia e o Japão, com 6,83 e 6,80 pontos, respectivamente. A Coréia do Sul, aparentemente muito evoluída, ficou na décima posição, com 4,78 pontos, o que força a nação a entender por que seus gastos com sua infra-estrutura de telefonia corporativa e aplicações IP são muito pequenos, diz Waverman.
O estudo diz que cada país tem uma “lista de tarefas” específica para melhorar sua conectividade. No caso dos países em desenvolvimento, como Índia (1,68) e Nigéria (1,01), uma das principais missões é investir na educação como forma de explorar melhor tecnologias de conectividade.
Já nos países desenvolvidos, o crescimento dependerá apenas das novas formas de usar a conectividade e adaptar tecnologias, ao invés de melhorar os processos já existentes ou criar novos, relata o estudo.
O estudo, revelado nesta quarta-feira (30/01), é de autoria do professor da London Business School, Leonard Waverman e avalia o uso e infra-estrutura de tecnologias de conectividade - como instalação de cabos de fibra óptica e penetração de celulares e computadores - na economia dos países por meio de notas.
Avaliado com nota 4,28, num cenário onde 10 representa nota máxima, o País ficou atrás de Rússia, na liderança com 6,11 pontos, Malásia e México, que alcançaram 5,82 e 4,37, respectivamente.
Waverman aponta que nem mesmo os países mais ricos usam de forma eficiente os seus recursos. Na lista, o primeiro lugar ficou com os Estados Unidos, com nota 6,97, relativamente baixa para seu avanço tecnológico, segundo o pesquisador, que apontou como uma das missões do país para subir sua nota aumentar a penetração de banda larga, que hoje é muito baixa.
A classificação segue com a Suécia e o Japão, com 6,83 e 6,80 pontos, respectivamente. A Coréia do Sul, aparentemente muito evoluída, ficou na décima posição, com 4,78 pontos, o que força a nação a entender por que seus gastos com sua infra-estrutura de telefonia corporativa e aplicações IP são muito pequenos, diz Waverman.
O estudo diz que cada país tem uma “lista de tarefas” específica para melhorar sua conectividade. No caso dos países em desenvolvimento, como Índia (1,68) e Nigéria (1,01), uma das principais missões é investir na educação como forma de explorar melhor tecnologias de conectividade.
Já nos países desenvolvidos, o crescimento dependerá apenas das novas formas de usar a conectividade e adaptar tecnologias, ao invés de melhorar os processos já existentes ou criar novos, relata o estudo.
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