Nokia cai para a nona posição em guia de eletrônicos do Greenpeace
Por IDG News Service/EUA
Publicada em 27 de novembro de 2007 às 17h47
Atualizada em 27 de novembro de 2007 às 18h00
Seattle - Nokia cai da primeira para a nona posição por não oferecer apoio prometido em programa de reciclagem. Nintendo ocupa último lugar.
A Nokia passou da primeira para a nona colocação e a Nintendo ficou em último lugar no relatório do Greenpeace que classifica eletrônicos verdes de 18 empresas.
A posição da Nokia caiu principalmente porque o Greenpeace afirma que a empresa não consegue apoiar o programa de reciclagem determinado.
Um vídeo do Greenpeace mostra um usuário de celular entrando em uma loja na Argentina indicado pela Nokia para devolver um aparelho para reciclagem, mas um vendedor disse que não recebia dispositivos usados e não sabia indicar para onde a pessoa deveria ir.
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O Greenpeace viu situações similares na Tailândia, Filipinas, Rússia e Índia, onde as equipes da Nokia não sabiam sobre o programa de reciclagem da empresa.
A Motorola também caiu no ranking por razões parecidas. Os funcionários das Filipinas, Tailândia e Índia mal sabiam sobre seu serviço de reciclagem de aparelhos, além de não oferecer o programa na Rússia.
Pela primeira vez, o Greenpeace incluiu consoles na lista. A Nintendo se tornou a primeira empresa a alcançar a marca zero por não ter credenciais ambientais, ficando na última posição.
A posição da Nokia caiu principalmente porque o Greenpeace afirma que a empresa não consegue apoiar o programa de reciclagem determinado.
Um vídeo do Greenpeace mostra um usuário de celular entrando em uma loja na Argentina indicado pela Nokia para devolver um aparelho para reciclagem, mas um vendedor disse que não recebia dispositivos usados e não sabia indicar para onde a pessoa deveria ir.
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O Greenpeace viu situações similares na Tailândia, Filipinas, Rússia e Índia, onde as equipes da Nokia não sabiam sobre o programa de reciclagem da empresa.
A Motorola também caiu no ranking por razões parecidas. Os funcionários das Filipinas, Tailândia e Índia mal sabiam sobre seu serviço de reciclagem de aparelhos, além de não oferecer o programa na Rússia.
Pela primeira vez, o Greenpeace incluiu consoles na lista. A Nintendo se tornou a primeira empresa a alcançar a marca zero por não ter credenciais ambientais, ficando na última posição.
Nancy Gohring, editora do IDG News Service, de Seattle
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