Microsoft ganha apoio contra extensão de caso antitruste nos EUA por mais 5 anos
Por Computerworld/EUA
Publicada em 13 de novembro de 2007 às 07h25
Atualizada em 13 de novembro de 2007 às 07h42
Framingham - O Departamento de Justiça dos EUA manifestou-se contrário a estender o acordo antitruste de 2002 nos EUA por mais cinco anos.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) se juntou à Microsoft na oposição à Califórnia, Nova York e outros Estados na extensão do acordo antitruste de 2002.
Em seu relatório, o DOJ diz ao juiz Colleen Kollar-Kotelly para rejeitar argumentos feitos por 17 Estados no distrito de Columbia, recusando a extensão do prazo para que vigore o acordo de consenso por mais 5 anos, até 2012.
Não é surpresa que os reguladores federais tenham se juntado à Microsoft. Em agosto, o DOJ afirmou que o acordo de consenso já cumpriu seu papel. A última queixa federal atingiu um grupo de Estados, liderados por Nova York.
“Dois meses atrás, Nova York se juntou com os Estados Unidos e concluiu que os julgamentos finais atingiram suas metas”, afirmava o relatório do DOJ.
A Califórnia e os outros Estados que se juntaram para exigir a extensão não escaparam das críticas. O DOJ desmantelou o argumento de outubro que dizia que a Microsoft usaria a predominância do Internet Explorer para encerrar a competição nos serviços e aplicações baseadas na web.
Os Estados têm até sexta-feira (16/10) para responder aos resumos da Microsoft e do DOJ. Sobre a extensão temporária acordada até a próxima semana, Kollar-Kotelly terá até o final de Janeiro para decidir se o prazo para o acordo de consenso será ampliado.
Em seu relatório, o DOJ diz ao juiz Colleen Kollar-Kotelly para rejeitar argumentos feitos por 17 Estados no distrito de Columbia, recusando a extensão do prazo para que vigore o acordo de consenso por mais 5 anos, até 2012.
Não é surpresa que os reguladores federais tenham se juntado à Microsoft. Em agosto, o DOJ afirmou que o acordo de consenso já cumpriu seu papel. A última queixa federal atingiu um grupo de Estados, liderados por Nova York.
“Dois meses atrás, Nova York se juntou com os Estados Unidos e concluiu que os julgamentos finais atingiram suas metas”, afirmava o relatório do DOJ.
A Califórnia e os outros Estados que se juntaram para exigir a extensão não escaparam das críticas. O DOJ desmantelou o argumento de outubro que dizia que a Microsoft usaria a predominância do Internet Explorer para encerrar a competição nos serviços e aplicações baseadas na web.
Os Estados têm até sexta-feira (16/10) para responder aos resumos da Microsoft e do DOJ. Sobre a extensão temporária acordada até a próxima semana, Kollar-Kotelly terá até o final de Janeiro para decidir se o prazo para o acordo de consenso será ampliado.
Gregg Keizer, editor do Computerworld, de Framingham.
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