Brasil deve ser o 3º no ranking mundial de PCs em 2007, diz Intel
Por Nando Rodrigues, editor assistente da PC World*
Publicada em 03 de agosto de 2007 às 12h33
Atualizada em 03 de agosto de 2007 às 12h39
São Paulo - O Brasil deve vender este ano 9,3 milhões de computadores, dos quais 1,25 milhão serão notebooks, dobro do ano passado, diz empresa.
O mercado brasileiro de computadores deve encerrar 2007 com 9,3 milhões de unidades vendidas – pouco mais de 8 milhões de desktops –, segundo dados da central de inteligência da Intel, ratificados pela IDC, e divulgados nesta sexta-feira (03/08). Destes, 1,25 milhão são notebooks, o dobro do que foi vendido no ano passado.
Em 2006, foram vendidos 7,5 milhões de computadores no Brasil, 8% dos quais notebooks (cerca de 600 mil máquinas). Esses números mostram um crescimento de 37% sobre o ano anterior, quando a participação de portáteis era de apenas 5% do total de 5,5 milhões de computadores vendidos.
“Esses números colocam o Brasil como o terceiro maior mercado de desktops do mundo”, afirma Ricardo Carreón, diretor geral da Intel para a América Latina.
Hoje, o Brasil é o 7º maior mercado da Intel, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Em 2010, a expectativa da fabricante é que o País será seu terceiro maior mercado, atrás apenas dos Estados Unidos e da China.
O varejo tradicional será responsável pelas vendas de 2 milhões a 3 milhões de unidades este ano. Segundo Elber Mazaro, diretor de marketing da Intel no Brasil, a performance de vendas representa um crescimento de 100% em relação a 2006.
Na América Latina, o Brasil representa de 50% a 55% das unidades vendidas da Intel, seguido pelo México com uma média de 10% a 15%. Em terceiro lugar está o Cone Sul (Argentina, Chile e Uruguai) com 15% e em quarto o Cone Norte (América Central, Caribe, Venezuela e Colômbia) com uma participação de 15% a 20% das vendas, detalha Oscar Clarke, diretor geral da Intel Brasil.
Fatores de crescimento
Segundo Mazaro, um dos principais fatores de crescimento é o mercado doméstico, que já corresponde a mais de 40% da venda de PCs. A seguir vêm as pequenas e médias empresas (30% das vendas), as grandes corporações (20%) e o governo (10%).
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“Para que esse cenário se confirme, é preciso que não haja disrupturas de mercado, como grandes variações no câmbio e na taxa de juros”, diz Mazaro. Uma pesquisa realizada na manhã desta sexta-feira (03/08), mostrou que já existem notebooks Celoron vendidos por 1,5 mil reais.
Em 2006, foram vendidos 7,5 milhões de computadores no Brasil, 8% dos quais notebooks (cerca de 600 mil máquinas). Esses números mostram um crescimento de 37% sobre o ano anterior, quando a participação de portáteis era de apenas 5% do total de 5,5 milhões de computadores vendidos.
“Esses números colocam o Brasil como o terceiro maior mercado de desktops do mundo”, afirma Ricardo Carreón, diretor geral da Intel para a América Latina.
Hoje, o Brasil é o 7º maior mercado da Intel, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Em 2010, a expectativa da fabricante é que o País será seu terceiro maior mercado, atrás apenas dos Estados Unidos e da China.
O varejo tradicional será responsável pelas vendas de 2 milhões a 3 milhões de unidades este ano. Segundo Elber Mazaro, diretor de marketing da Intel no Brasil, a performance de vendas representa um crescimento de 100% em relação a 2006.
Na América Latina, o Brasil representa de 50% a 55% das unidades vendidas da Intel, seguido pelo México com uma média de 10% a 15%. Em terceiro lugar está o Cone Sul (Argentina, Chile e Uruguai) com 15% e em quarto o Cone Norte (América Central, Caribe, Venezuela e Colômbia) com uma participação de 15% a 20% das vendas, detalha Oscar Clarke, diretor geral da Intel Brasil.
Fatores de crescimento
Segundo Mazaro, um dos principais fatores de crescimento é o mercado doméstico, que já corresponde a mais de 40% da venda de PCs. A seguir vêm as pequenas e médias empresas (30% das vendas), as grandes corporações (20%) e o governo (10%).
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*Colaboraram Daniela Braun, do IDG Now!, e Alexandre Scaglia, do Computerworld
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