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20 de setembro de 2009
mercado
Legislação

Polícia Científica terá sistema para rastreamento de provas criminais

Por Redação do Computerworld*

Publicada em 04 de junho de 2007 às 10h48
Atualizada em 04 de junho de 2007 às 10h54
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Etiqueta eletrônica

Chamada de e-tap, smart tag ou etiqueta inteligente, a etiqueta eletrônica emprega a tecnologia conhecida mundialmente como RFID (Radio Frequency Identification). Considerada a sucessora do código de barras, a etiqueta inteligente permite a identidade única de um objeto, animal ou pessoa. Pode ter a forma de adesivo, cápsula, brinco, pulseira, entre outros. As etiquetas projetadas pelo IPT gravam em sua memória dados relevantes (como identificação, localização e percurso) durante a sua trajetória, que são recebidos e enviados por ondas de rádio (radiofreqüência).

O sistema possibilita identificar a prova, administrar as pessoas autorizadas em manipulá-las, fazer a localização em tempo real das provas e validar, cancelar e registrar as permissões de movimentação. Pode ainda autorizar os crachás dos peritos que participam do caso, efetuar os logins dos usuários, atualizar os registros de lacres de identificação, emitir relatórios e fornecer dados estatísticos. Com esse sistema, é possível ter o histórico geral das movimentações da prova.

O rastreamento dos funcionários é feito por meio dos crachás de identificação, o que possibilita especificar a localização das provas e controlar os direitos de acesso a cada uma das evidências. Desta forma, além de localizar as provas individualmente, é possível saber, no caso de transporte, quem é o portador. Se uma pessoa não identificada ou não autorizada movimentar a prova, um alarme instalado nos sensores será acionado automaticamente.

O modelo foi testado com sucesso no IPT e agora começa a fase experimental no prédio da Polícia Científica, informa Santos. O sistema será avalidado em alguns laboratórios, diz o perito criminal Orlando Ruiz. “O piloto do sistema será feito nos laboratórios especializados. Cada laboratório recebe de oito a dez mil provas criminais por ano. Começaremos com um ou até três, depende da liberação do investimento. Mas a idéia é que funcione em todo o prédio da polícia e em seus 17 laboratórios.”

*Com informações da Agência Imprensa Oficial

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