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21 de setembro de 2009
mercado
Robôs

Pesquisadores dos EUA desenvolvem robô que "não se perde"

Por Redação do IDG Now!

Publicada em 10 de maio de 2007 às 17h12
Atualizada em 14 de maio de 2007 às 12h12

São Paulo - Algoritmo capaz de armazenar dados ajuda robôs a mapearem ambientes, permitindo que se desloquem com maior velocidade.

Um novo algoritmo, que reúne informações dos movimentos de robôs, facilita o deslocamento dessas máquinas, segundo pesquisa feita pela Purdue University. O método consiste em mapear as regiões e armazenar as informações, “adivinhando” o espaço com maior facilidade e velocidade.

George Lee e um time de pesquisadores mostraram uma forma de reunir as informações coletadas pela técnica SLAM (localização e mapeação simultânea), para que o robô saiba para onde se mover. A pesquisa foi patrocinada pela National Science Foundation, dos Estados Unidos.

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Álbum de fotos: robô-cirurgião
Álbum de fotos: uma doméstica robô

No procedimento, os algoritmos identificam regiões inexploradas, conhecidas como “cubículos na fronteira”, adjacentes às áreas já mapeadas. O padrão de cantos, da extremidade desta célula, é usado para procurar padrões parecidos, que já tenham sido mapeados. Se existe compabitilidade, o algoritmo utiliza o mapa existente para prever estas fronteiras.

Cada previsão avalia a “conquista de confiança”. Áreas com pontuação alta não são exploradas para que se ganhe tempo, enquanto previsões com baixa confiança são mapeadas apropriadamente.

robo_veloz_300x300

Inicialmente, o algoritmo foi testado através da simulação de robôs em ambientes virtuais, como escritórios. Eles se deslocaram com sucesso enquanto exploravam em torno de 33% do ambiente.

Testes reais, com pequenos robôs, mostraram que as máquinas eram capazes de economizar tempo, mas em alguns momentos erraram a mapeação. Os erros ocorreram graças a previsões combinadas às medidas feitas com instrumentos. Construir mapas utilizando apenas medidas é menos preciso, pois provavelmente os intrumentos errarão.

Os pesquisadores pretendem testar o método com mais de um robô, para que eles compartilhem dados ao se encontrarem. Isto permitirá que um robô faça previsões baseado em dados coletados por seu time.

O mapeamento do robô é parecido com o dos humanos. Ao invés de coletar todas as informações detalhadamente, são apreendidas características estáticas e repetitivas no ambiente. Apesar da eficiência, o método ainda possui limitações, como não funcionar bem em ambientes abertos.


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