Conhecida pela pirataria, Santa Ifigênia recebe grandes fabricantes de TI
Por Camila Rodrigues, repórter da PC World
Publicada em 18 de abril de 2007 às 13h31
Atualizada em 30 de junho de 2008 às 13h55
Renata explica que o espaço tem também a função de mostrar ao consumidor qual a diferença, por exemplo, entre máquinas para uso corporativo e uso doméstico.
Contato com as revendas
Além dos visitantes, o objetivo dos espaços é melhorar o relacionamento com as revendas. A Kingston, por exemplo, instalou o quiosque devido à forte presença dos produtos nas lojas da região, comenta Cecillon. “Dessa forma, quisemos divulgar todos os nossos modelos, já que os distribuidores muitas vezes oferecem somente aqueles que são mais fáceis de vender. Assim geramos mais demanda”, detalha.
A Lenovo, que fabrica equipamentos como PCs e notebooks, conta com uma única revenda na região da Santa Ifigênia, localizada na Galeria São Paulo. Batizada como NotePlace vende equipamentos novos e usados das marcas da IBM e da Lenovo e firmou-se como revenda oficial há um ano, afirma Roberto Coutinho, diretor de desenvolvimento de vendas da Lenovo Brasil. Segundo ele, não há nada planejado em relação à criação de estandes de exibição, mas há planos para investimento em canais na região, sem revelar quando isso deve acontecer.
Um programa de canais também está sendo desenvolvido pela HP, que convida algumas revendas da região a comercializarem seus produtos. “A loja passa a receber comissão e ter acesso às campanhas de marketing”, afirma Renata. Ela conta que, somadas, as duas regiões comerciais do Rio de Janeiro e de São Paulo totalizam por volta de 40 revendas da marca.
Período de experiência
Os
espaços de apresentação na região da Santa Ifigênia têm caráter
experimental, assim como foi classificado o quiosque da Kingston por
Cecillon, diretor da empresa. O executivo revela que o contrato com a
galeria vai até o final do ano e, somente após avaliação dos
resultados, a empresa vai decidir se continua ou não.
Renata, da HP, afirma que o Espaço HP é um piloto. “Estamos testando a aceitação do público. Daqui a dois ou três meses decidiremos se esta ação será permanente ou temporária. Podemos levar a ação para outros estados”, revela. É esperar para ver.
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