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21 de novembro de 2008

Entidades setoriais de TI e telecom pedem mais redução de impostos a Lula

Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!
Publicada em 27 de dezembro de 2006 às 07h30

São Paulo - Líderes de associações de hardware, software, entretenimento e telecomunicações revelam expectativas para os próximos quatro anos.

O que esperam os líderes dos principais segmentos do mercado brasileiro de tecnologia da informação e telecomunicações dos próximos quatro anos de governo Lula? A redução da carga tributária é uma das medidas mais demandadas pelas entidades setoriais do País para puxar o crescimento dos negócios, na opinião dos presidentes de associações nas áreas de hardware, eletroeletrônicos, software, entretenimento e telecomunicações.

Redução de impostos para ajudar no combate à pirataria, fomento à formação de profissionais e disponibilidade crédito estão na pauta de exigências dos fornecedores de jogos, aplicativos e conteúdo digital. Na área de hardware, além da redução tributária, investimentos em infra-estrutura e mudanças nas leis trabalhistas estão entre as principais demandas.

Já em telecomunicações e internet, o desafio, na opinião das entidades setoriais, é fortalecer e dar autonomia à atuação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), levar os serviços de banda larga e telefonia fixa à população de menor renda e consolidar a cidadania digital no País.

Confira, na íntegra, os depoimentos dos presidentes das principais associações do mercado brasileiro de TI:

Hardware e eletroeletrônicos

Paulo Saab_ELETROS_88x66"Tem faltado ao País uma visão de prioridade política ao setor produtivo nacional, e não é deste governo que isto ocorre, embora tenha se acentuado nele. A prioridade dada ao setor financeiro tem feito a indústria pagar um preço alto. O setor produtivo se ressente de políticas de longo prazo e de uma infra-estrutura logística à altura de sua importância. Além disso, arca com uma carga tributária, fiscal e burocrática desproporcional à contribuição que esse mesmo setor produtivo tem oferecido à construção da riqueza do País. Gostaria ao menos de poder esperar uma mudança.”

Paulo Saab, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros)


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