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21 de setembro de 2009
mercado
Estratégias

Próximo Bill Gates não virá dos Estados Unidos, dizem norte-americanos

Por Grant Gross, para o IDG Now!

Publicada em 20 de dezembro de 2006 às 15h18
Atualizada em 20 de dezembro de 2006 às 15h47

Washington - Pesquisa feita no país mostra também que as pessoas acham que garotos de 12 anos de idade sabem mais de internet que os congressistas.

Quase 8 em cada 10 pessoas residentes nos EUA, ou 79%, acreditam que o próximo Bill Gates não será norte-americano, segundo uma pesquisa sobre a internet feita no início de dezembro, divulgada nesta quarta-feira (20/12).

Para 27% dos participantes do levantamento, realizado pela empresa de pesquisas Zogby International e pela companhia de relações públicas 463 Communications, o fundador da próxima Microsoft deverá vir da China, enquanto para outros 22%, virá do Japão.

Não surpreende que os EUA tenham ficado com aproximadamente apenas um terço (21%, mais exatamente) das respostas, disse Tom Galvin, da 463. Para ele, a maior parte dos norte-americanos parece entender que o país está envolvido em uma economia global.

“Isso não significa que os Estados Unidos estão deslizando, mas que outros países os estão alcançando”, disse Galvin. “Norte-americanos têm o entendimento muito firme e sofisticado da competitividade com que estamos lidando. Eu não acho que se sintam ressentidos, mas querem saber o que faremos a respeito”.

O curioso é que apenas 13% apontaram a Índia como possível local de origem do próximo Gates, completou Galvin.

A pesquisa, que contou com a participação de 1.203 adultos. Também comparou a postura dos entrevistados em relação à web e a tecnologias mais antigas. Quando perguntados o que mais dificultaria seu trabalho, 78% escolheu a alternativa carro não dar a partida e apenas 10%, a falta de acesso ao e-mail.

No quesito melhor invenção de todos os tempos, a internet ficou com 32% dos votos, perdendo para a gráfica, com 65%. “Será um debate interessante o que teremos nos próximos vários anos”, comentou Galvin.

Os participantes, no entanto, disseram que prefeririam as notícias da tarde (70%) a vídeos caseiros (20%), enquanto 83% disseram que um garoto de 12 anos de idade entende mais de internet que os congressistas norte-americanos.

As empresas responsáveis pelo estudo planejam continuar com a pesquisa, que tem margem de erro de 2,9 pontos percentuais, periodicamente.

*Grant Gross é editor do IDG News Service, em Washington

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