Investir em TI está no plano para tornar Brasil “desenvolvido” até 2022

Redação do IDG Now!*
14 de novembro - 11h53
Brasília - Investimentos em ciência e tecnologia estão entre as dez ações prioritárias para o governo levar o País ao “primeiro mundo”.

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Os investimentos em ciência e tecnologia estão entre os dez itens mais importantes de um plano de 50 projetos prioritários nos quais o Brasil deve investir para alcançar o status de país desenvolvido até o ano de 2022.

O plano, elaborado pelo Núcleo de Assuntos Estratégicos (NAE), órgão que assessora a Presidência da República sobre planos de longo prazo, foi apresentado na segunda-feira (13/11), durante o seminário Brasil-União Européia: Estratégias e Políticas de Longo Prazo, em Brasília.

A proposta, definida a partir de uma pesquisa realizada pelo NAE, nos últimos dois anos, junto a entidades da sociedade civil, universidades, e poder público, foi apresentada pelo coordenador-geral do NAE, coronel Oswaldo Oliva Neto, a algumas autoridades européias, entre elas, o conselheiro da presidência da União Européia (UE), Antônio José Cabral, e o chefe da Comissão da UE no Brasil, o embaixador português João Pacheco.

O estudo começou com a elaboração de 400 projetos levantados pelo NAE, que resultou em apenas 50 itens prioritários. Estes foram divididos em três metas: a curto (início em 2007), médio (a partir de 2015) e longo (até 2022) prazos. Os 50 objetivos estratégicos foram, então, ordenados de acordo com os interesses mais imediatos do país.

No topo da lista, os dez itens que abrem as ações do atual e dos próximos governos são: universalização da educação; combate à violência e à criminalidade; diminuição da desigualdade social; melhora no nível de emprego; melhora no Sistema Único de Saúde (SUS); investimentos em ciência e tecnologia; aumento das taxas de investimentos em todos os setores econômicos e sociais; investimentos em infra-estrutura para melhorar o escoamento e movimentação dos produtos nacionais.

“O Brasil não tem recursos para se engajar nos 50 projetos, simultaneamente. Nós, então, priorizamos os que são possíveis para iniciarmos um processo com vista em nos transformarmos, em 2022, numa nação plenamente desenvolvida”, explicou Oliva, ressaltando em seguida que essas políticas públicas deverão ser uma tarefa dos governos que forem se sucedendo nos próximos quinze anos.

*Com informações da Agência Brasil.