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19 de setembro de 2009
mercado
Estratégias

Symantec espera crescer até 30% no Brasil no ano fiscal de 2007

Por Thaís Cerioni, da CIO Magazine

Publicada em 13 de março de 2006 às 18h50
Atualizada em 14 de março de 2006 às 13h44

São Paulo - Com vasto portfólio resultante das recentes aquisições, a companhia apresenta uma nova estratégia para o mercado corporativo.

“Hoje, temos uma mina de ouro.” A avaliação de Orlando Barbieri, presidente da Symantec no Brasil, é o que baseia as expectativas do executivo sobre os resultados da companhia no próximo ano fiscal.

Barbieri acredita que a subsidiária brasileira deverá crescer entre 20% e 30% no ano fiscal de 2007 – que terá início em abril. “Temos uma solução completa. Se nossa equipe souber vendê-la, se nossa estratégia der certo – e acredito que dará – só temos que crescer.”

A base da estratégia da companhia é o novo portfólio – montado a partir de diversas aquisições –, agora estruturado de acordo com as aplicações das soluções. “Nos últimos seis meses, desde a aquisição da Veritas, foram compradas cinco outras empresas”, destaca o diretor comercial da companhia, Wagner Tadeu.

Assim, a Symantec passa a oferecer ao mercado corporativo soluções em seis frentes: gerência de ameaças, compliance, mensageria, backup e infra-estrutura, gerenciamento de storage e servidores, e gestão de datacenter.

A intenção é crescer pela ampliação do escopo de atuação. “Queremos atender o nosso cliente em tudo o que ele precisar”, afirma Barbieri, comentando que, para muitos, a área de atuação da companhia não está muito clara. “Para muita gente, a Symantec é só antivírus”. Entretanto, a oferta da empresa pode crescer ainda mais nos próximos meses. “A caça às compras ainda não acabou”, sugere o presidente.

Não é de se espantar que a imagem da Symantec ainda esteja muito ligada às suas soluções de proteção. Até 2003, a empresa tinha 70% de seu faturamento proveniente do varejo. Graças a uma estratégia totalmente focada no desenvolvimento da área de soluções corporativas, a situação inverteu. “Mundialmente, 70% vem do corporativo atualmente. No Brasil, já chegamos a 75%”, comemora Barbieri.

Segundo o executivo, o faturamento da companhia é, hoje, três vezes maior do que era em 2003. E a intenção é manter o ritmo. O executivo conta que a meta da Symantec era de chegar a um faturamento global de US$ 5 bilhões em 2005. “Agora, brincamos que o objetivo é chegar é US$ 10 bilhões em 2010”, conclui.


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