Receita da América Móvil, dona da Claro, cresce 30,8% em 2005
Por Redação do Computerworld
Publicada em 08 de fevereiro de 2006 às 19h38
Atualizada em 08 de fevereiro de 2006 às 21h56
São Paulo - O faturamento anual totalizou US$ 17,3 bilhões de dólares. Grupo de telecomunicações atingiu US 3 bilhões, 85,4% a mais que 2005.
A América Móvil divulgou nesta quarta-feira (08/02), os resultados financeiros do quarto trimestre fiscal e do ano de 2005. As receitas anuais da empresa totalizaram 182,2 bilhões de pesos (17,3 bilhões de dólares) ou 30,8% maior do que no ano anterior. Desse total, 52,4 bilhões de pesos (4,98 bilhões de dólares) foram gerados no quarto trimestre do ano.
Os ganhos antes de impostos, depreciação e amortização (EBITDA) em 2005 foram de 55,1 bilhões de pesos (5,23 bilhões de dólares), com uma margem de 30,3%, contra 26,8% do ano anterior. Já o EBITDA do quarto trimestre foi de 15,2 bilhões de pesos (1,44 bilhões de dólares) e representou 29,1% das receitas.
O grupo de telecomunicações gerou um lucro líquido anual de 31,6 bilhões de pesos (3 bilhões de dólares) com crescimento de 85,4% em relação à 2004. A dívida líquida da empresa fechou 2005 em 55,8 bilhões de pesos (5,3 bilhões de dólares). Somente no quarto trimestre, a adição líquida de assinantes foi de 9,7 milhões de usuários, totalizando uma base de 93,3 milhões de assinantes nas Américas.
A Claro, operação brasileira da América Móvil, teve um aumento de 5 milhões de assinantes, totalizando 18,7 milhões de clientes até dezembro de 2005, com um aumento anual de 36,6% . Desse total 1.3 milhão de clientes foram conquistados no quarto trimestre.
As receitas de 2005 cresceram 24,6% em relação ao ano anterior, alcançando 6,5 bilhões de reais. Durante o quarto trimestre, as receitas totalizaram 1,9 bilhão de reais, crescendo 12,6% em relação ao mesmo período de 2004. As receitas médias por usuário (ARPU) pré-pago cresceram 8,7% em relação ao trimestre anterior.
No Brasil, o EBITDA anual foi negativo, de 208 milhões de reais, e de 88 milhões de reais negativos no último trimestre. Esse valor representa 4,7% das receitas e incluem o impacto do início das operações em Minas Gerais.
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