
Weblogia
Risoletta Miranda é diretora executiva da FSB PR Digital
Publicada em 12 de julho de 2006 às 17h24
Atualizada em 12 de julho de 2006 às 17h35
MSN no trabalho
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Entretanto, provocada a escrever sobre o assunto resolvi fazer o que é um hábito quando estou chateada ou feliz: tento dividir com o máximo de pessoas possível. Então perguntei para toda a minha equipe o que eles achavam. Afinal, se eles não soubessem responder isso, certamente eu não seria a pessoa mais competente para fazê-lo.
Primeiro devo dizer que houve uma grande adesão e recebi e-mails de quase toda a empresa. Sem querer eu acabei no meio de uma pesquisa de “Clima MSN na Addcomm”. Primeiro ponto positivo!
O resumo da história na versão da minha equipe – e minha: o MSN pode e é dispersivo sim, mas o que está por trás do seu “bom ou mau uso” é o senso de responsabilidade de cada um. “Homens Sãos, MSN São”. “Homens insanos... MSN idem”.
Trocadilhos a parte, me parece claro que o uso do MSN não tem a ver com perda de produtividade ou dispersão nas empresas. O vilão pode ser, como disse um dos meus, a política de RH que deixa alguém insatisfeito, a má seleção no perfil do profissional, ou mesmo a irresponsabilidade que, me disse outro, deve ser observada e punida. Cartão amarelo na primeira. Vermelho na segunda.
Imagino que isto seja mais fácil para empresas com até 50 pessoas como a minha. Mas certamente pessoas focadas, com responsabilidade e bom senso, não terão problemas com o uso do MSN no trabalho.
Vale o risco? Vale, segundo todos (e eu concordo). A comunicação fica mais ágil dentro da empresa (entre filiais, inclusive, em capitais distantes), conversa em grupo otimizada, economia de uso de telefone (tanto com o uso do texto como o uso de voz).
Haverá alguém disperso na empresa? Sim, claro. Mas aí será que o MSN deve “demonizado” ou constatamos que sempre tem um espírito de porco que não está merecendo a confiança que lhe é depositada?
Agora, todo dia quando entro na empresa e vejo as janelinhas de MSN abertas, quicando, penso nos e-mails que recebi do meu pessoal e agradeço ao fato da jornalista ter-me sugerido escrever sobre o MSN um dia. Afinal, tenho uma preocupação a menos todo dia. Mas os cartões amarelo e vermelho estão no bolso para qualquer eventualidade.
Risoletta Miranda é sócia e Presidente da Addcomm (www.addcomm.com.br), formada em jornalismo, MBA Marketing COPPEAD/UFRJ, especializada em Planejamento Estratégico de Marketing e Comunicação On Line e uma das criadoras do Conceito de VRM – Virtual Relationship Management – Addcomm.
rizzo@addcomm.com.br .
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