Google Brasil intensifica campanha para aumentar popularidade do AdWords
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O Google Brasil ampliou sua campanha de divulgação para aumentar a base de usuários do sistema de publicidade AdWords para além dos profissionais de mercado ou entusiastas presentes em palestras do buscador.
Desde janeiro, o Google Brasil vem distribuindo cupons gratuitos que dão direito a 100 reais em sua plataforma de publicidade para blogueiros, usuários inscritos em redes sociais e leitores de revistas impressas.
De acordo com a empresa, os cupons são enviados para usuários já cadastrados em serviços do Google, como a ferramenta de blogs Blogger, que concordem com o recebimento de material promocional.
Com o valor, usuários podem "comprar" espaços publicitários no formato de links patrocinados que aparecem ao lado dos resultados de busca do Google ou em blogs e sites afiliados ao programa de publicidade.
A estratégia de distribuir cupons não é nova. Desde 2005, quando estabeleceu operação no País, o Google os distribui para profissionais presentes em palestras sobre sua tecnologia de busca. Desta vez, o público-alvo para a campanha é mais amplo.
Os códigos promocionais também são distribuídos por meio de cartas ou encartados em revistas, como é o caso da Você S/A, da Editora Abril.
Segundo o diretor de comunicação do Google no Brasil, Félix Ximenes, a ampliação da campanha tenta resolver a "deficiência de informação sobre os benefícios da publicidade online", apostando na experimentação como forma de ampliar a base de clientes.
A campanha para aumentar a base de clientes do AdWords no Brasil acontece ao mesmo tempo em que o Google dá sinais de que pretende investir em publicidade display na região nos próximos meses.
Duas vagas publicadas em seu site de empregos sugerem que o buscador pretende amplicar a atuação da DoubleClick, agência de publicidade especializada em anúncios visuais, como banners, vídeos, DHTMLs e outros, na América Latina.
O Google pagou 3,1 bilhões de dólares pela DoubleClick em abril de 2007, quase duas vezes mais que os 1,65 bilhão de dólares gastos para comprar o site de vídeos YouTube.


