Rede de serviços online da Sony deverá entrar no ar no começo de 2010
Por IDG News Service
Publicada em 20 de novembro de 2009 às 11h59
Empresa prepara lançamento da Sony Online Service, que vai oferecer música, vídeo e jogos para uso nos aparelhos interconectados da marca.
A Sony quer lançar seu serviço de conteúdo online já no início de 2010, disseram na sexta-feira (20/10) executivos ligados ao projeto.
Com o serviço, a empresa espera ganhar alguma vantagem no cada vez mais competitivo mercado de eletrônicos de consumo.
“Eu gostaria de colocá-la no ar o mais rapidamente possível”, disse Kaz Hirai, vice-presidente executivo da Sony e líder do grupo de Serviços e Produtos Interconectados. “O começo do ano que vem é mais preferível.”
O serviço, que tem o nome provisório de Sony Online Service, procura oferecer filmes, músicas, livros, jogos e outros conteúdos a aparelhos eletrônicos interconectados, como Bravia TV, tocadores Walkman, computadores Vaio e celulares Sony Ericsson.
Expansão
Trata-se de uma expansão da bem-sucedida PlayStation Network, que tem 33 milhões de usuários em 3 anos de operação e combina conteúdo grátis e pago.
A Sony espera faturar 563 milhões de dólares este ano com a rede, cuja infraestrutura será utilizada também pela Sony Online Service. O mesmo login será válido para as duas redes.
O novo serviço tem uma expectativa de vendas de 300 bilhões de ienes em 2012, mas também vai oferecer uma série de conteúdo grátis aos usuários. A Sony não está “fechando as portas para as coisas boas que oferecemos a custo zero”, disse Hirai.
Alcance global
Nos EUA, a PlayStation Network entrega conteúdo produzido por todos os principais estúdios de Hollywood e muitas grandes redes de TV, além de conteúdo da própria Sony. Este modelo deverá ser duplicado no novo serviço.
Fora dos EUA, a PlayStation Network tem sido expandida – desde quinta-feira (19/11), downloads de vídeo podem ser feitos na França, Alemanha, Espanha e Reino Unido.
O sucesso do serviço dependerá também de como a Sony pretende lidar com o gerenciamento de direitos digitais (DRM) e com restrições eletrônicas e de software ao uso do conteúdo.
Consumidores não querem ser impedidos de compartilhar conteúdo entre seus próprios aparelhos ou com sua família. Sobre isso, Hirai disse que o assunto permanece em "discussão constante" dentro da empresa.
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