Conheça 7 deslizes que empresas devem evitar em redes sociais
Por Lygia de Luca, repórter do IDG Now!
Publicada em 12 de novembro de 2008 às 07h05
São Paulo - Especialistas listam sete atitudes negativas que incluem, entre outras, criação de perfil falso e interrupção de conversas online.
Pode parecer muito fácil falar com o consumidor em uma rede social ou mesmo em blogs. Mas nem sempre as empresas acertam em seu comportamento, desperdiçando um espaço que poderia ser usado a seu favor.
Confira abaixo 7 coisas que uma marca não deve fazer nas redes sociais, na opinião de Alessandro Lima, Chief Executive Officer da empresa de inteligência de mercado em redes sociais, e.life; Carolina Terra, responsável pela área de web 2.0 da Agência Ideal; e do diretor da Pólvora Comunicação, Edney Souza.
1. Criar um perfil falso
Isto sempre termina como um tiro no pé da empresa, segundo Carolina. “A transparência é mais válida do que uma ação falsa. Se uma companhia aérea criar um perfil ‘comum’ para participar de uma comunidade que fale sobre gestão de crises e só fizer apologias positivas, sem crítica ao problema, podem desconfiar”, explica.
Além disso, nas redes sociais “as pessoas querem encontrar pessoas para interagir, falando entre si sobre as marcas. Os usuários querem ouvir experiências e relatos verdadeiros - ali, há uma referência de confiança”, exemplifica Souza. “É preferível continuar offline a criar uma estratégia falsa.”
Lima conta que, no exterior, este disfarce é apelidado de “astro turfing”. A expressão define empresas de relações públicas ou agências tentando criar um comportamento espontâneo, fingindo que não há esforços comerciais em comentários nos fóruns.
“Se o perfil for falso, não haverá representatividade nenhuma”, resume Lima.
2. Invadir espaço dos usuários
Quando há um fórum de discussão sobre determinado tema, as empresas não devem ‘chegar chegando’ com sua presença. É preferível, inclusive, que se “converse com o moderador da comunidade para saber se os integrantes querem a presença da empresa ali”, opina Carolina.
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