Vício em internet aumenta na China
Por IDG News Service/China
Publicada em 10 de novembro de 2008 às 09h14
Atualizada em 10 de novembro de 2008 às 10h50
Pequim – Entre os 253 milhões de internautas chineses, 10% já apresentam algum distúrbio.
O número de viciados em internet está aumentando na China, o maior mercado online do mundo em números absolutos. Para poder combater o problema, os médicos chineses definiram os principais sintomas da doença.
Segundo os médicos, as pessoas que passam 6 horas ou mais por dia na internet e exibem sintomas como dificuldade para dormir ou se concentrar, desespero para navegar pela web, irritação e cansaço físico ou mental são classificadas como viciadas.
O excesso de tempo online tem sido considerado um problema pela sociedade chinesa desde o começo de 2005, quando a primeira clínica dedicada ao assunto foi aberta em Pequim. Os pacientes apresentavam sintomas de dependência similares a de usuários de drogas. O país também tem clínicas de recuperação para viciados em web.
De acordo com um médico entrevistado pela Xinhua, a agência de notícias oficial da China, cerca de 10% dos 253 milhões de internautas chineses apresentam alguma forma de vício na internet. Desses, 70% são jovens e do sexo masculino.
Compartilhe:
- DEL.ICIO.US
- GOOGLE BOOKMARKS
- TECHNORATI
- NETVIBES
- DIGG
CONTEÚDO RELACIONADO:
IDG NOW! BUSCA:
Links patrocinados
ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO IDG NOW!:
- Internautas ativos no Brasil chegam a 37,2 milhões e batem novo recorde
- Europa revela e-mails que mostram benefícios dados pela Intel contra AMD
- IAB publica manual para ajudar a conduzir investimentos em vídeos online
- Microsoft apresenta ferramenta para medir sucesso de anúncios no Bing
- Jovens entre 20 e 25 anos são os que mais publicam dados pessoais online
- Senac abre competição de desenvolvimento de games para PCs

Você apoia a liberação da web nas eleições?
5 tendências para o Twitter
O que o futuro reserva para o serviço de microblog aumentar sua relevância na internet.
A busca é o Graal digital?
Os buscadores nos trouxeram a possibilidade de explorar uma nova “inteligência natural”.
Links patrocinados






