Redes sociais para crianças têm diversão e bate-papo controlado

Lygia de Luca, repórter do IDG Now!
08 de outubro - 07h00 - Atualizada em 15 de março - 12h09
São Paulo - Se a socialização virtual é inevitável, por que não tentar um ambiente próprio para as crianças? Conheça 6 opções.

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redesocial_kids_88.jpgPara suprir as necessidades da inevitável participação das crianças nos espaços virtuais, algumas comunidades exclusivamente infantis prometem segurança aos pimpolhos, incluindo supervisão e aprovação pelos pais das atividades executadas.

Segundo o Ibope//NetRatings, o Brasil registrou, em agosto deste ano, 2,6 milhões de crianças de 2 a 11 anos de idade acessando a web de casa.

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Comunidades que incentivam a sociabilidade e jogos de interação ou para desenvolvimento motor e intelectual estão na rede para os internautas que se encontram na infância possam descobrir as possibilidades do universo virtual.

Veja abaixo 6 sugestões de redes sociais.

WebKinz
Neste mundo virtual, as crianças começam adotando seu mascote, que ganha um cômodo. Ali, é possível incluir móveis e alimentar o animal - que tem medidores de felicidade e alimentação, entre outros.

Com os games oferecidos pela comunidade, é possível ganhar dinheiro - o KinzCash - para comprar objetos. Os usuários ainda podem entrar em desafios, divididos por faixa etária, e convidar os amigos para competições em arenas.

No KinzChat, a interação com outros ‘mascotes’ é em tempo real. O serviço é gratuito.
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ToonTown
Jogar com os personagens da Disney em uma realidade virtual, com personagem próprio que evolui. Esta é a proposta do ToonTown, que oferece opções de acesso gratuito ou por 9,90 reais por mês.

Há limitações de mobilidade e de chat - possível apenas com frases prontas - entre usuários caso a opção seja o não-pagamento. Para os pagantes, o acesso à cidade com o seu ‘Toon’ é liberado, assim como a participação em atividades como uma corrida de kart no autódromo do Pateta.

NeoPets
Com versão em português, a comunidade online gratuita gira em torno dos cuidados de um bichinho de estimação. Além disso, há games, notícias e fóruns de interação entre os usuários mirins.

Para a segurança dos internautas, há moderadores de conteúdo.

Club Penguin
Quer ser um pinguim? Está no lugar certo. Se o pai está disposto a pagar 5,95 dólares de mensalidade para uso de todas as brincadeiras, vale a pena. Há uma versão, porém, limitada e gratuita.

Para falar com os ‘amigos de raça’, as crianças devem ter seus companheiros online aprovados pelos pais. Além disso, é possível monitorar todos os bate-papos de chats (na versão paga).
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Moshi Monsters
Crie o seu próprio monstro nesta comunidade que, educativa como as anteriores, estimula o raciocínio e sociabilidade das crianças com a criação de seu bicho monstruoso.

A característica também comum aos outros universos virtuais é a necessidade de cuidar do monstro e fazer transações na moeda local - no caso, Rox -, obtida por um game de quebra-cabeças.

NICKtropolis
Também com versão em inglês, a comunidade da Nick.com oferece opções divertidas para os pequenos fazerem compras e passearem por um mundo virtual com seu avatar, interagindo por chats com outros usuários.

Há uma ferramenta chamada “Parental Control”, que garante aos pais o controle das atividades dos filhos dentro do metaverso infantil. Quem quiser começar apenas para testar a NICKtropolis, já vai ter uma notificação enviada ao e-mail dos pais - este é o pré-requisito de uso: mostrar aos pais que está na rede.