E-commerce nacional fatura R$ 3,8 bilhões no 1º semestre, diz e-bit
Por Lygia de Luca, repórter do IDG Now!
Publicada em 19 de agosto de 2008 às 10h32
Atualizada em 19 de agosto de 2008 às 13h01
A Classe C, por sua vez, ganha cada vez mais espaço. O e-bit revela que os entrevistados com salário de até 3 mil reais correspondiam a 38% dos e-consumidores em 2001. O número saltou para 46% na primeira metade de 2008. Já as pessoas com renda familiar até 1 mil reais representavam, em 2001, 6% das vendas - o percentual subiu para 8% este ano.
A categoria de Livros continua como a mais popular, com 17% de participação no setor, seguida por produtos de Informática (12%), Saúde e Beleza (10%) e Eletrônicos (7%). Embora não revele o faturamento de cada categoria, o e-bit afirma que os artigos tecnológicos e eletrônicos corresponderam a 50% do total de faturamento no período.
O e-bit considera o aumento do uso da banda larga, popularização e sucesso de vendas de PCs, valorização do Real e venda de produtos com maior valor agregado como os maiores influentes para o crescimento do comércio online.
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