TV aberta e internet são principais fontes de informação de jovens no Brasil
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 30 de julho de 2008 às 17h55
Atualizada em 08 de agosto de 2008 às 12h40
São Paulo - Pesquisa do Datafolha com jovens com idade entre 16 e 25 anos mostra como os brasileiros se relacionam com a informação.
A TV aberta é a principal fonte de informação para jovens entre 16 e 25 anos no Brasil, mas a diferença em relação à internet é cada vez menor, revela pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta quarta-feira (30/07).
Citada por 33% dos jovens como o meio de comunicação que mais utilizam com frequência em primeiro lugar para se manterem informados, a TV aberta tem uma diferença bem pequena em relação à internet, que é citada por 26% como meio de comunicação utilizado primeiramente
Vêm a seguir, empatados, jornais (citados por 19%) e rádio (16%). Revistas (3%) e TV por assinatura (2%) completam a lista.
Foram entrevistados 1.541 jovens, em 168 municípios de 24 Unidades da
Federação e no Distrito Federal, nos dias 1 e 2 de abril de 2008. A
margem de erro máxima, para os resultados que se referem ao total de
entrevistados, é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Entre os jovens que têm 16 e 17 anos, e entre os que têm de 18 a 21 anos, TV aberta e internet empatam. No extrato mais jovem, ambos os meios atingem 30% das preferências.
No segmento de 18 a 21 anos, 32% citam primeiramente a TV e 29% preferem a internet. Entre os que têm de 22 a 25 anos, a TV aberta é citada por 35%, e ocorre empate entre internet (20%) e jornais (23%).
Renda
A internet fica em primeiro lugar na preferência dos entrevistados que têm renda familiar mensal entre cinco e dez salários mínimos (43%) e acima de 10 salários mínimos (48%), entre os que têm escolaridade superior (47%) e entre os que fazem parte das classes A e B (43%).
Já entre os que ganham até dois salários mínimos por mês, a taxa dos que citam a TV aberta como principal fonte de informação chega a 41%, e o rádio atinge 22% das menções, percentual seis pontos acima da média, que representa o dobro da taxa obtida pela internet (11%) e próxima da obtida pelos jornais (20%).
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