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17 de setembro de 2008

Jogos Olímpicos: guia tecnológico orienta turistas rumo a Pequim

Por IDG News Service/China
Publicada em 23 de julho de 2008 às 07h00

Pequim - Voltagem, celular, sites bloqueados e compras de produtos high-tech: confira o que o turista precisa saber para se conectar em Pequim.

tecnologia-olimp_88.jpgTecnologicamente, Pequim está em uma encruzilhada. É a capital do maior mercado mundial de celulares e internet, e suas universidades, principalmente Tsinghua University, abrigam algumas das melhores mentes do mundo em termos de tecnologia.

Ao mesmo tempo, a cidade não pode ser comparada às suas vizinhas asiáticas, como Tóquio, Seul e Hong Kong, quando se trata de serviços de telecomunicações, como redes 3G. Seu acesso à internet é censurado e muito mais lento que nas cidades citadas: a conexão mais rápida, da China Netcom, é ADSL e vendida a 2 Mbps, mas muitas vezes os registros ficam abaixo de 1 Mbps.

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Enquanto o país ganha o ouro em tamanho de mercado de tecnologia, é em muitos casos derrotado em termos de qualidade de aplicação da tecnologia.

O básico: A rede eletricidade na China é de 220 Volts. A energia de Pequim é consistente, mas fontes de proteção de alguns tipos são aconselhadas. Tomadas são de dois tipos: as de dois pinos finos verticais - como todas as usadas na América do Norte - e as de três pinos, como um vertical fino e dois inclinados, como os adaptadores do Reino Unido (para as tomadas que não convertem voltagem). Adaptadores de energia já estão disponíveis em lojas de departamentos e supermercados.

A grande questão a ser encarada pelo visitante será o idioma. Apesar das crianças estudarem inglês por anos nas escolas, a ênfase está em ler e escrever, não em falar e ouvir. Por isso, os taxistas falam um inflês funcional. Para pegar um taxi, é essencial ter seu destino escrito em chinês para mostrar ao motorista. Você também pode mergulhar em um guia de imersão em mandarim, que provê não apenas o equivalente da frase em caracteres chineses, como a ‘romanização’, ou seja, o ‘como-se-lê’, com letras do alfabeto romano, caso você tente falar algo.

Steven Schwankert, editor do IDG News Service, da China

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