Redes sociais: como transformar milhões de acessos em faturamento?
Por Guilherme Felitti, editor assistente do IDG Now!
Publicada em 07 de abril de 2008 às 07h00
Atualizada em 26 de junho de 2008 às 15h09
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O termo de serviço do Orkut, porém, cita que o Google afirma que “alguns dos Serviços são suportados por rendimentos resultantes da actividade (sic) publicitária e podem (...) apresentar anúncios ou promoções publicitárias”, o que abre possibilidade para explorações comerciais futuras de publicidade.
Outro gigante que enfrentou constrangimento em busca da resposta para a pergunta dos milhões de dólares citada por Sant´Iago foi o Facebook, embora estivesse num caminho mais correto em termos de tendência que o Google.
A plataforma Beacon parecia um sonho para anunciantes: usuários poderiam compartilhar com seus contatos não apenas aos dados pessoais, mas informações sobre hábitos recentes na internet, como um DVD comprado online, flores enviadas a uma pretendente, um bar elogiado no mashup gastronômico e por aí vai.
Ativistas da privacidade eletrônica, porém, descobriram a invasão que a plataforma de anúncios promovia para cadastrados na rede social, que deveriam escolher não participar do Beacon ao invés do contrário, quando a CA divulgou um relatório afirmando que o sistema de anúncios era mais intrusivo que o esperado.
O Facebook deu um passo atrás para dar dois à frente, explica Callegareti, quando desobrigou seus usuários a participarem e diminui o nível de patrulhamento à própria rede social, com pedido de desculpas feito pelo fundador e CEO do Facebook em pessoa, Mark Zuckerberg.
Mais do que se basear em publicidade ou em pacotes pagos e publicações Premium de conteúdo, como a divulgação de vagas que sustenta o LinkedIn, o Facebook apontou suas armas para a direção correta quando quis oferecer anúncios mais pontuais a seus usuários, embora tenha errado a medida quando se trata de intrusão.
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3 comentário(s)
já ouviram falar em boo-box?
bruno - 08 Abr 2008, 08h51
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