Comcast desiste de prejudicar uso de P2P dentro da sua rede
Por Network World/EUA
Publicada em 28 de março de 2008 às 10h08
Atualizada em 28 de março de 2008 às 10h23
Framingham - Após críticas e investigações, Comcast e BitTorrent anunciam colaboração para criar tecnologias P2P mais inteligentes.
A Comcast anunciou nesta quinta-feira (27/03) que irá parar de perseguir protocolos P2P, como os existentes no serviço BitTorrent, quando for gerenciar o seu tráfego de redes.
Em contrapartida, o BitTorrent reconhece a necessidade dos provedores de internet administrarem suas redes em horários de congestionamento extremo, e trabalhará com outras empresas para desenvolver tecnologias P2P mais inteligentes que irão sobrecarregar menos a arquitetura das redes.
O BitTorrent já faz parte do grupo que trabalha na tecnologia P4P, Distributed Computer Industry Association, que testa rotas inteligentes P2P que guiam ativamente a seleção de fontes de arquivo e caminhos de rede, ao invés de simplesmente baixar grandes quantidades de dados sem eficiência.
O presidente e co-fundador do BitTorrent, Ashwin Navin, afirma que a empresa está negociando com a Comcast há mais de dois anos sobre gerenciamento de redes, e que a atenção que a mídia tem dedicado às práticas da Comcast serviu como “catalizador” para anunciar a colaboração entre as duas empresas.
“Estamos entusiasmados com o comprometimento da Comcast em tornar o gerenciamento de protocolos neutro a todas as aplicações, além de seus esforços em atualizar as velocidades de banda tanto para o tráfego downstream como upstream”, diz Navin.
O executivo afirma ainda que o BitTorrent será otimizado para aproveitar as vantagens das atualizações de redes e compartilhar estas técnicas com a comunidade da internet.
A Comcast tem sofrido críticas de grupos como a Electronic Frontier Foundation e a Free Press, desde outubro de 2007, quando a agência de notícias Associated Press informou que a empresa interferia ativamente no compartilhamento de arquivos de seus clientes.
Além disso, a agência revelou que a Comcast enviava uma mensagem de erro quando um usuário tentava compartilhar um arquivo por redes P2P.
A Federal Communications Comission (FCC), órgão que regula as comunicações nos Estados Unidos, também criticou a Comcast e iniciou investigações após suposto bloqueio de P2P.
Em contrapartida, o BitTorrent reconhece a necessidade dos provedores de internet administrarem suas redes em horários de congestionamento extremo, e trabalhará com outras empresas para desenvolver tecnologias P2P mais inteligentes que irão sobrecarregar menos a arquitetura das redes.
O BitTorrent já faz parte do grupo que trabalha na tecnologia P4P, Distributed Computer Industry Association, que testa rotas inteligentes P2P que guiam ativamente a seleção de fontes de arquivo e caminhos de rede, ao invés de simplesmente baixar grandes quantidades de dados sem eficiência.
O presidente e co-fundador do BitTorrent, Ashwin Navin, afirma que a empresa está negociando com a Comcast há mais de dois anos sobre gerenciamento de redes, e que a atenção que a mídia tem dedicado às práticas da Comcast serviu como “catalizador” para anunciar a colaboração entre as duas empresas.
“Estamos entusiasmados com o comprometimento da Comcast em tornar o gerenciamento de protocolos neutro a todas as aplicações, além de seus esforços em atualizar as velocidades de banda tanto para o tráfego downstream como upstream”, diz Navin.
O executivo afirma ainda que o BitTorrent será otimizado para aproveitar as vantagens das atualizações de redes e compartilhar estas técnicas com a comunidade da internet.
A Comcast tem sofrido críticas de grupos como a Electronic Frontier Foundation e a Free Press, desde outubro de 2007, quando a agência de notícias Associated Press informou que a empresa interferia ativamente no compartilhamento de arquivos de seus clientes.
Além disso, a agência revelou que a Comcast enviava uma mensagem de erro quando um usuário tentava compartilhar um arquivo por redes P2P.
A Federal Communications Comission (FCC), órgão que regula as comunicações nos Estados Unidos, também criticou a Comcast e iniciou investigações após suposto bloqueio de P2P.
Brad Reed, editor da Network World, de Framingham
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