Rede social voltada a aprendizado Ikwa abre para público em geral
Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!
Publicada em 13 de março de 2008 às 15h37
São Paulo - Um ano e meio após aporte, Ikwa passa por alterações após testes, triplica base de vídeos profissionais e planeja serviço de empregos.
Após sete meses em testes fechados, a rede de relacionamento profissional Ikwa abriu inscrições para o público em geral na primeira semana de março.
Formado em parceria da consultoria Monashees Capital junto ao fundador e CEO Maurício Schonenberger, o Ikwa recebeu aporte de quantia não revelada em novembro de 2006 e, pouco menos de um ano depois, já estava disponível em testes para cerca de 1,5 mil usuários.
A rede social tem na questão feitas pelos vestibulandos "O que vou querer ser quando crescer?" seu principal foco, oferecendo conteúdo para que orientação profissional que podem ser acessados por estudantes cadastrados na rede ou aplicados por colégios parceiros do Ikwa.
Em relação ao período de testes, o Ikwa teve mudanças pontuais no layout, teve sua base de vídeos com profissionais falando sobre sua área triplicada e abriu as inscrições para colégios e escolas interessadas em usar tanto o conteúdo multimídia como uma nova apostila de 200 páginas para orientação profissional aos alunos.
Na sua versão aberta, o Ikwa também agrega vídeos de relatos profissionais, usuários cadastrados que se interessem pelo trabalho ou comunidade sobre o assunto em um mesmo perfil, formando páginas iniciais para cada uma das profissões que constam no serviço.
Por mais que o acesso à maioria dos vídeos, comunidades e perfis de semelhantes seja gratuito, o Ikwa terá como modelo de negócios planos pagos para usuários interessados "em conteúdos mais premium", como vídeos fechados, segundo Schonenberger, e acordos com colégios que pagarão para o uso do material didático.
"Estamos fechando um piloto interno para a área de trabalho, com ofertas de estágios e empregos. Como somos uma comunidade, quero que os usuários aproveitem a vantagem de poder perguntar para outros (profissionais) sobre empregos", revela o executivo, estimando que a novidade entrará no ar até maio.
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