Mais de 60% das internautas brasileiras optam pela web para o lazer
Por Lygia de Luca, repórter do IDG Now!
Publicada em 07 de março de 2008 às 20h00
Atualizada em 11 de março de 2008 às 11h10
São Paulo - Internet é primeira escolha entre 5 opções de lazer. Mulheres são 48,9% dos internautas residenciais no Brasil, diz Ibope.
No próximo sábado (08/03), o mundo comemora o Dia Internacional da Mulher. No Brasil e globalmente, números mostram que elas conquistam cada vez mais espaço entre os internautas e como consumidoras de tecnologia.
A presença das brasileiras entre os internautas residenciais saltou de 40% do total, em 2000, para 48,9% dos 21,1 milhões de internautas residenciais ativos em janeiro de 2008, segundo o Ibope//NetRatings.
As pegadas femininas entre os consumidores online também saltaram desde 2000. Ali, as mulheres representavam 37% do volume de compras pela web, número que cresceu para 46% no primeiro semestre de 2007, de acordo com a 16ª edição do estudo Webshoppers, da consultoria e-bit.
Hoje, as mulheres gastam uma média de 244,53 reais em compras online, enquanto os homens desembolsam uma média de 326,76 reais, mostra o estudo.
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O número de mulheres navegando na web em casa supera o de homens online nos Estados Unidos - lá, elas representam 52,1% do total de internautas. No Reino Unido, elas também estão mais online do que eles: representam 51,7% de todos os internautas. “No Reino Unido, as mulheres passaram à frente dos homens em outubro de 2007. Nos EUA, isso ocorreu há cerca de 5 anos”, revela o analista de Internet do Ibope, José Calazans. 
O índice de mulheres online vem crescendo em todos os países, segundo o analista. “A tendência é que as mulheres assumam a maioria à medida que a internet amadurece em cada país”, diz. “Talvez por razões culturais, países como o Japão apresentam evolução mais lenta do índice de mulheres na internet”. Lá, a participação feminina equivale a 43,7% do total, mas ainda fica à frente da Itália e da Alemanha, ambas com 42,2%.
No Brasil, os dados do Ibope apontam que a mulher ainda permanece menos tempo online do que os homens - mensalmente, elas navegam em média 31 horas, contra as 40 horas registradas no caso do público masculino.
Em terras brasileiras, contudo, as mulheres já ultrapassam os homens na participação entre os usuários online em algumas faixas etárias.
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