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08 de julho de 2009
internet
Browsers

Mozilla busca operadoras para reproduzir impacto do Firefox nos celulares

Por IDG News Service/Inglaterra

Publicada em 29 de fevereiro de 2008 às 11h29
Atualizada em 29 de fevereiro de 2008 às 11h51

Londres - Mozilla negocia com operadoras e fabricantes para reproduzir impacto que Firefox teve nos desktops em celulares com navegador móvel.

A Mozilla está em conversas informais com operadoras de telefonia sobre uma provável versão móvel do Firefox, cuja introdução no mercado a organização espera ter tanto impacto no mercado como sua versão para desktops, em 2004.

"A missão da Mozilla é entrar em mercados fechados", afirmou Mike Schroepfer, vice-presidente de engenharia da Mozilla, durante visita a Londres no começo da semana. "Mas isto não acontecerá da noite pro dia".

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O impacto, no entanto, será sentido até o final do ano. Até lá, a Mozilla pretende divulgar uma versão móvel para dois sistemas operacionais: tanto Linux como Windows Mobile para celulares.

Neste ponto, operadoras e fabricantes "gostarão de saber quanto custará o investimento", afirmou Schroepfer. Esta é fácil, segundo ele - o software será gratuito.

Mas a introdução do navegador móvel é uma potencial ameaça a algumas operadoras. Alguns fabricantes de aparelhos controlam com rigidez o controle de aplicações e serviços, maximizando sua receita pela criação dos chamados "jardins murados", onde apenas ferramentas pagas podem ser acessadas.

Estas operadoras terão que ser convencidas para permitir que assinantes baixem e usem o Firefox móvel. "Acho que algumas operadoras basicamente lutarão contra, enquanto outras adotarão e divulgarão o software", afirmou Christian Sejersen, chefe de engenharia móvel da Mozilla.

Sejersen recentemente viajou ao Japão e Coréia para falar com operadoras e fabricantes. No Japão, as operadoras afirmaram que clientes transmitem de três a quatro vezes mais dados quando podem navegar abertamente do que quando ficam restritos aos serviços da operadora.

Isto abre a porta para uma maior receita na transmissão de dados, mas também poderiam tornar a operadoras um mero canal de acesso à internet.

Jeremy Kirk, editor do IDG News Service, de Londres.

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