Usuários brasileiros enfrentam problemas para acessar MSN

Daniela Braun, editora do IDG Now!
26/02/2008 - 14h47 - Atualizada em 15/03/2012 - 12h33
São Paulo - Messenger e Hotmail voltaram a funcionar na noite desta terça-feira (26/02), mas deixaram usuários sem acesso o dia todo.

Desde a manhã desta terça-feira (26/02), o comunicador instantâneo MSN e o serviço de e-mails Hotmail ficaram fora do ar para diversos usuários brasileiros. A subsidiária brasileira da Microsoft informou, na noite de hoje, que os serviços voltaram ao ar, mas não forneceu detalhes sobre o problema ou sua extensão.

O IDG Now! recebeu mensagens de usuários de Santa Catarina, Nova York, Rio de Janeiro e São Paulo reclamando da falha no serviço.

“Muitos clientes ligaram reclamando que não conseguem abrir o MSN”, relatou Vilson Giazzoni, responsável por um provedor de acesso em Videira, Santa Catarina. “Faço parte de listas de discussões nacionais e muitos colegas enviaram e-mail reclamando que também não conseguiram abrir o MSN”, ele acrescentou.

Priscila Alves, gerente de marketing da divisão de serviços online da Microsoft, informou no início da tarde que a hospedagem do MSN é distribuída entre os 20 data centers da Microsoft no mundo.

No final da tarde, a Microsoft enviou um comunicado confirmando as falhas nos serviços.

“Estamos informados de que alguns usuários estão encontrando dificuldades para acessar os serviços do Windows Live (Hotmail e Messenger). Estamos investigando ativamente a causa e também trabalhando para tomar as medidas necessárias para resolver esta situação o mais rápido possível. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente causado aos nossos usuários”, diz a nota à imprensa, assinada por Priscila.

Com 34 milhões de usuários, o Brasil é o país que mais utiliza o MSN Messenger. Mundialmente, o serviço tem 210 milhões de usuários.

Um leitor apontou uma alternativa ao serviço da Microsoft. “Minha empresa usa um ‘MSN alternativo’ chamado DB1Messenger. Ele conversa com os comunicadores mais utilizado no mundo - MSN, Skype, etc. - e funciona independente deles. Assim não ficamos na mão quando a Microsoft nos abandona”, comentou Cassio Serea, de São Paulo.