Publicidade

09 de julho de 2009
internet
Spam e Phishing

Bancos do Reino Unido foram 2º maior alvo de phishings em janeiro

Por Techworld/Reino Unido

Publicada em 18 de fevereiro de 2008 às 16h20
Atualizada em 18 de fevereiro de 2008 às 16h22

Londres - RSA Data Security revela que crackers usam principalmente o botnet Storm. Bancos da Inglaterra representam 15% do total de alvos.

Os bancos do Reino Unido foram o segundo maior alvo de phishings voltados a instituições financeiras no mundo em janeiro. Os ataques usaram principalmente o botnet Storm, revelou o Centro de Comandos Anti-Fraude da RSA Data Security nesta segunda-feira (18/02).

As instituições financeiras do país representaram 15% do total das que foram alvo de crackers. O primeiro lugar ficou com os Estados Unidos, alvo de 61% dos ataques.

Série Segurança Digital:
> Diário de um vítima online
> Entenda o que são worms e vírus e proteja-se
> Aprenda a identificar um phishing
> Descubra como ignorar os spams
> Feche a guarda aos cavalos-de-tróia
> Saiba como desmascarar os rootkits
> Proteja-se dos softwares espiões

Segundo a McAfee, nas últimas 24 horas, o Citibank foi o banco mais atingido por e-mails de phishing - ele recebeu 47% do total de mensagens maliciosas enviadas. O HSBC e o NatWest foram o segundo e terceiro lugar, com 27% e 22%, respectivamente.

Os bancos britânicos estão entre os maiores do mundo - o HSBC está na quarta posição, segundo a revista Euromoney. O Royal Bank of Scotland, do qual o inglês NatWest é uma subsidiária, ficou em sétimo lugar.

No mês passado, pesquisadores descobriram o primeiro ataque usando o botnet Storm voltado a clientes do Barclays e Halifax, ambos atuantes no Reino Unido.

Os phishings usaram técnicas de fluxo rápido, na qual os endereços são rapidamente registrados e apagados em uma lista de endereços - para um único servidor de DNS (do inglês Domain Name System) ou uma área inteira de servidores DNS.

Em ambos os casos, a estratégia mascara o IP do site malicioso, escondendo-o em uma rede de máquinas comprometidas, que atuam como proxies. Em casos extremos, as mudanças de endereço ocorrem a cada segundo.

Matthew Broersma, editor do Techworld, de Londres

OPINIÃO DO LEITOR
Não há comentários para essa notícia
Seja o primeiro a comentar

Top5MAIS LIDAS
DO DIA
IDG Now! Widget

Baixe o Now! Reader e confira em seu desktop as últimas notícias, álbuns e outros conteúdos do IDG Now!

IDG Now! Reader
Férias: crianças na web

Férias: crianças na web

Navegação das crianças deve ser acompanhada, diz o advogado Hélio de Abreu.

Google Street no Brasil

Google Street no Brasil

Brasileiros farão carnaval para carro do Google, Firefox 3.5 é lançado e Pirate Bay vendido.

TI Verde

TI Verde

Saiba tudo sobre gadgets ecológicos e consumo consciente de eletrônicos.

A queda do Muro

A queda do Muro

Marcelo Coutinho comenta, diretamente de Cannes, o novo modelo econômico da publicidade

anterior   próxima
Galeria de fotoscarregando...
Newsletter
Segurança
Informe-se sobre as principais ameaças online
Computação Corporativa
Conheça as estratégias das empresas de TI
Carreira
Fique atualizado: cursos, eventos
e dicas
Licenciamento
Veja como utilizar o conteúdo do site líder em notícias sobre tecnologia a seu favor.