Estudo revela que 55% dos brasileiros acessam sites de pornografia
Por Redação, do IDG Now!*
Publicada em 13 de fevereiro de 2008 às 17h40
Atualizada em 13 de fevereiro de 2008 às 17h42
São Paulo - Estudo feito pela Symantec também mostra que hábito de ler notícias em sites é quase tão comum quanto o de ler jornais e revistas.
Os brasileiros são os internautas que mais acessam sites pornográficos na internet, revela uma pesquisa da Symantec, fornecedora de softwares de segurança, divulgada nesta quarta-feira (13/02). O estudo analisou o comportamento de adultos e crianças dos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Alemanha, França, Brasil e China quando se conectam à rede.
Cerca de quatro em cada dez adultos desses países visitam sites relacionados a sexo. No Brasil, 55% dos entrevistados afirmaram que visitam sites de pornografia, média um pouco maior que a da China, onde 51% dos internautas fazem o mesmo.
O conselho que os pais costumam dar aos seus filhos para não falarem com estranhos parece não servir para relacionamentos online. Segundo o estudo, 52% dos entrevistados fizeram amigos pela rede. O mais interessante é que quase a metade desses usuários (46%) disse que eles gostam desses amigos da mesma forma ou até mais do que gostam dos amigos que fizeram offline. Outros tipos de atividades muito praticadas na internet são namoro (23%), uso de redes sociais (50%) e jogos (72%).
O hábito de ler notícias em sites é praticamente tão comum quanto o de ler jornais e revistas impressos. Segundo a pesquisa, 79% dos internautas costumam gastar pelo menos uma hora por mês checando notícias em sites ou blogs, enquanto 85% deles disseram que passam o mesmo tempo lendo jornais e revistas.
Apesar da crescente preocupação dos pais em proteger seus filhos de conteúdos maliciosos que circulam na rede, apenas 33% deles monitoram o que as crianças acessam na internet e bloqueiam sites.
Nos EUA, 35% das crianças entrevistadas disseram que se sentem seguras em fazer compras na internet. Esse número aumenta para 69% no caso das crianças chinesas. Já entre os adultos, 53% deles não têm problemas para comprar online. Os que mais se sentem seguros são os internautas do Reino Unido (78%) e dos EUA (63%). A região que menos confia na segurança de compras online é o Japão, onde apenas 33% têm esse hábito.
A pesquisa revelou ainda que 48% dos adultos usam a internet para obterem dicas de beleza e de moda – os chineses são os que mais fazem isso (82%) e que 99% dos entrevistados usam serviço de e-mail freqüentemente.
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