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18 de junho de 2008

Mesmo somados, Yahoo e Microsoft ficam atrás do Google em buscas

Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!
Publicada em 01 de fevereiro de 2008 às 18h09
Atualizada em 06 de fevereiro de 2008 às 17h50

São Paulo - Medição da comScore em dezembro aponta Google na liderança com 58,4%, contra 32,7% de Microsoft e Yahoo somados.

As estratégias traçadas pelo presidente da Microsoft, Steve Ballmer, em conferência logo após a confirmação da proposta de compra do Yahoo em 44,6 bilhões de dólares podem ser facilmente traduzida em números.

Mesmo somadas, as participações de Microsoft e Yahoo suficiente apenas para chegar à metade dos 58,4% do share que o Google tem do mercado de buscas nos Estados Unidos, segundo dados da comScore referentes a dezembro de 2007.

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No mesmo mês, o Yahoo foi responsável por 22,9% das buscas, enquanto a Microsoft ficou na terceira posição, com 9,8% de participação.

Em números absolutos, o Google registrou 5,6 bilhões de buscas, contra 2,2 bilhões do Yahoo e 940 milhões da Microsoft.

No mercado brasileiro, a participação do Google é ainda mais dominante - projeção do Ibope Inteligência estima que cerca de 80% das buscas brasileiras são feitas mensalmente pelo sistema criado por Sergey Brin e Larry Page.

A mesma diferença entre o Google e seus rivais em provável fusão é registrada quando se considera os números das plataformas de publicidade.

Em balanço divulgado nesta quinta-feira (31/01), o Google afirmou ter registrado faturamento de 4,77 bilhões de dólares nos últimos três trimestre de 2007, aumento de 51% em relação ao mesmo período de 2006.

Rival mais próximo nos setor, o Yahoo registrou menos da metade do Google, com receita proveniente de propagandas atingindo 1,83 bilhão de dólares no último trimestre de 2007, aumento de 7%.

Na rabeira, a Microsoft faturou 863 milhões de dólares da sua divisão Online Services Business, valor muito abaixo tanto da cifra dos rivais como de outros setores da própria empresa, como a Microsoft Business Division, responsável pelo pacote Office, com 4,8 bilhões de dólares.


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