Um dia após lançamento, OpenSocial ganha primeiras aplicações para redes
Framingham – No dia seguinte à oficialização da plataforma OpenSocial pelo Google, surgem online amostras dos primeiros aplicativos públicos.
Um dia após Google e MySpace anunciarem oficialmente suporte à plataforma OpenSocial, desenvolvedores independentes já começaram a anunciar planos para construir aplicações usando APIs divulgadas em conjunto.
O serviço Plaxo, por exemplo, revelou novos perfis dinâmicos na sexta-feira (02/11) que suportam a plataforma OpenSocial, criada e lançada pelo Google.
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Usuários da rede Pulso Social, do Plaxo, podem criar perfis profissionais e pessoais distintos que incluem fotos, informações de contato e ferramentas de privacidade. Qualquer aplicação escrita para o OpenSocial pode ser integrada em seu perfil.
O objetivo por trás do OpenSocial, afirmou o Google, é permitir que desenvolvedores aprendam apenas uma API e possam criar aplicações para qualquer rede social que suporte o OpenSocial. "E como (a plataforma) foi criada em padrões online como HTML e JavaScript, desenvolvedores não precisam aprender novas linguagens", notaram Amar Ganhdi e Peter Chane, diretor de produto do Google em um post.
O Google estima que mais de 200 milhões de usuários serão atingidos pelas redes que aderiram ao OpenSocial, como MySpace, Friendster e LinkedIn.
> Confira fotos do OpenSocial em redes sociais
O co-fundador do Netscape, Marc Andreessen, afirmou em seu blog que o OpenSocial desafia a presunção comum de que o Facebook estabeleceu uma dominância inqüestionável no setor de redes sociais. Ela afirmou que, enquanto muitas pessoas acreditavam que nos anos 90 a AOL dominava a internet por seus milhões de usuários, a empresa perdeu sua dominação com a popularização da banda larga.
"Não estou prevendo que o Facebook morrerá", afirmou Andreessen. "Acho que os criadores do Facebook são brilhantes e farão um bom trabalho pelos próximos anos. Mas a idéia de que o Facebook ganhou ou de que todos os usuários estarão ali é boba, como você pode perceber ao usar qualquer site que não pertença à AOL".
O executivo fundou a Ning, empresa que permite que usuários criem suas próprias redes sociais e se tornou parceira do OpenSocial. A rede espera que suas aplicações estejam disponíveis para seus 113 mil usuários até o começo do próximo ano.
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