Curso de economia nos metaversos é ministrado no Second Life

Redação do IDG Now!
23 de outubro - 19h15 - Atualizada em 15 de março - 13h32
São Paulo - Professor da norte-americana Johnson School ministra um curso de 'metaeconomia' para alunos de graduação no ambiente virtual

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Rob Bloomfield, um professor da Johnson School, nos Estados Unidos, utiliza o Second Life como sala de aula em um curso que guia 10 estudantes pela complexa economia dos ‘metaversos’.

O “Business and Oversight in Second Life” é um seminário para estudantes de graduação. É necessário que os estudantes criem seus avatares, utilizando o Second Life para estudar os negócios e política dos metaversos - como são chamados mundos virtuais como o Second Life.

A palavra “metanomics”, ou economia do metaverso, foi inventada para definir uma restrita gama de especialistas. Segundo Bloomfield, a metaeconomia é um ambiente interdisciplinar. “Há um lado técnico, um lado legal e um lado de negócios, bem como um lado de games”.

Em colaboração com o site Metaversed.com e seu editor, Nick Wilsonm, palestras e seminários de Bloomfield podem ser vistos pelo Second Life ou transmitidos pela internet. Eventos irão ocorrer até dezembro e trarão palestrantes como Dan Miller, economista do Joint Economic Committee do Congresso dos Estados Unidos, Anshe Chung, um dos primeiros a faturar 1 milhão de dólares com o Second Life e representantes da IBM, MTV, Sun Microsystems e outras empresas que exploram o potencial de negócios dos mundos virtuais.

O objetivo do curso, para Bloomfield, é fazer com que os alunos entendam os negócios e seus nuances nos mundos virtuais. Alguns alunos começam com o que Bloomfield chama de uma visão “imersa”, onde os estudantes utilizam seus avatares no metaverso, como se fosse o único universo.  

Bloomfield aponta o Second Life como uma economia real, que sofre ação de diferentes tendências e pressão, como no mundo real.

Questões sobre o comportamento da economia do Second Life, bem como as pessoas fazem o zoneamento nos metaversos podem ser respondidas pelas experiências dos alunos com seus avatares, afirma Bloomfield.