Web 2.0 Summit: Facebook quer levar dados pessoais para outras redes
Por IDG News Service/EUA
Publicada em 18 de outubro de 2007 às 11h26
Atualizada em 18 de outubro de 2007 às 13h24
São Francisco - No evento, CEO da rede social ainda falou sobre desenvolvedores, plataforma de anúncios e investigações da justiça.
O Facebook quer tornar os dados dos usuários de sua rede social portáteis, para que eles possam levá-los a outros serviços online, revelou o Chief Executive Officer (CEO) da empresa, Mark Zuckerberg, durante o evento Web 2.0 Summit, na quarta-feira (17/10).
Segundo o executivo, o fato de o Facebook não permitir tal ação hoje é uma falha no sistema, e a empresa quer ajustar o problema.
Quando questionado a respeito de uma data para implementar a novidade, Zuckerberg fugiu de comprometimentos. “Eu não sei”, respondeu.
A discussão no evento prosseguiu com o desenvolvimento da plataforma. Uma vez que o Facebook escolheu abrir a plataforma no início de sua criação, ao invés de melhorar o programa internamente durante vários anos, a empresa aprende com seu caminho.
Zuckerberg disse, contudo, que o Facebook não tem interesse em usar as aplicações populares para construir outras semelhantes internamente. O objetivo não é atropelar os desenvolvedores externos, roubando suas idéias.
O CEO revelou ainda que com o passar dos anos a plataforma irá alcançar um nível de maturidade - e, durante este caminho, a empresa trabalhará duro para melhorá-la.
Ao ser questionado sobre os boatos de que o Facebook caminho para o financiamento de uma grande empresa de internet, como o Google ou a Microsoft, Zuckerberg disse poucas palavras. “Estamos indo muito bem. Quase finalizamos.”
A empresa também pode estar desenvolvendo sua própria plataforma de anúncios, mas o executivo se recusou mais uma vez a detalhar a questão.
Quanto às investigações da justiça norte-americana a respeito da presença de predadores sexuais entre os membros do Facebook e conteúdo “questionável”, Zuckerberg disse que a rede social dá aos usuários controle sobre os dados que compartilham e com quem os compartilham.
Ele confessou, contudo, que não está muito familiarizado sobre como a empresa se refere a investigações criminais e civis.
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