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18 de novembro de 2008

Aprex avalia investimentos de venture capital e ensaia invasão estrangeira

Por Guilherme Felitti", repórter do IDG Now!
Publicada em 14 de setembro de 2007 às 20h09

São Paulo - Após citação na Bussiness 2.0 como startup a se observar em 2007, pacote corporativo online assume procura de VC, mas prega parcimônia.

Depois do boo-box, outra startup da Web 2.0 brasileira traça planos para levar seu serviço para o mercado internacional.

No ar oficialmente desde janeiro de 2007, o pacote online de aplicativos corporativos da Aprex estuda o mercado internacional para tentar levar o serviço para fora.

"Temos um plano de negócios que estamos seguindo à risca. Não vamos nos apressar pela indicação da Bussiness 2.0", afirma o co-fundador Guilherme Coelho, se referindo à citação da revista de negócios dos Estados Unidos que colocou os serviço entre as startups a se estudar durante o ano.

Por mais que tenha surpreendido os fundadores, Coelho admite que a estréia da Aprex lá fora já havia sido pensada quando versões em espanhol e inglês foram elaboradas para o lançamento oficial em português.

Coelho, no entanto, reafirma a vontade de se arriscar no mercado internacional apenas quando o serviço tiver massa crítica e penetração em um mercado nacional que, por mais que não tenha cultura de aplicativos online, vem se mostrando favorável à companhia.

Para tanto, a Aprex pretende também estender a portabilidade de suas funções para celulares, já disponível para cinco de suas funções: Calendário, QuickMail, Contatos, Tarefas e Bloco de Notas. Segundo Coelho, até o final do ano, todas as funções da Aprex (menos Enquete) estarão portadas.

"Já temos algumas propostas de investimentos de venture capital do Brasil e poucas internacionais. Por enquanto, podemos tocar o negócio por nós, mas o mercado pode virar amanhã a ponto que precisemos de um aporte para abrir um escritório em outro país", comenta Coelho, admitindo que o serviço está em uma situação rara situação em um mercado tão pouco acostumado com capital de risco como a internet brasileira.

"Algo que credencia para o mercado internacional é que o Aprex não é uma cópia de outros serviços estrangeiros", alfineta Edson Romão, sócio da Aprex, se referindo à atual cena de empreendedorismo online no Brasil. Junto a Coelho e Roldão, junta-se Roberto Icizuca como o terceiro sócio.

Romão tem experiência para avaliar: foi ele, junto a três sócios, que vendeu o serviço de criação de páginas pessoais hPG ao portal iG em 2001 por um valor não divulgado na época, mas que chega aos milhões de dólares.

Contatos com portais para a integração do pacote em serviços próprios, como a Aprex já fez com o iG no seu iG Empresas, estão em andamento, segundo Coelho, como forma de aumentar a base de clientes, atualmente em 20 mil usuários, entre pagos e gratuitos.


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