Antes de lançar loja online, Amazon investe em serviço de música digital
Por Nancy Gohring, para o IDG Now!*
Publicada em 06 de agosto de 2007 às 17h51
Seattle - Gigante de e-commerce investe quantia não revelada no serviço Amie Street, que vende canções digitais com preços variando conforme demanda.
A Amazon.com está investindo em um serviço de música online antes mesmo de lançar sua própria loja de músicas pela internet.
A gigante de e-commerce investiu uma quantia não revelada no serviço Amie Street, companhia que gerencia um site que vende músicas por preços que variam baseados na demanda.
Artistas oferecem suas canções no site e os primeiros usuários podem baixá-las gratuitamente. Caso a demanda cresça, o preço também aumento, chegando até a 98 centavos de dólar.
As canções no Amie Street são vendidas sem DRM, um conceito que a Amazon parece gostar.
Quando a Amazon.com anunciou em maio que abriria uma loja de canções digitais, afirmou que as músicas seriam sem tecnologia DRM.
O Amie Street combina engenharia social com venda de músicas. Quando usuários recomendam canções a amigos, eles recebem créditos para comprar mais músicas no site. Quanto mais popular a música fica, mais crédito o usuário ganha.
Usuários ainda podem publicar reviews e recomendações sobre arquivos no serviço.
O Amie Street compartilha 70% das vendas de cada canção com o artista, mas mantém os primeiros cinco dólares em vendas para cobrir seus custos.
O conceito de variação de preços para canções é contraditório ao modelo praticado pelo itunes, a loja de músicas online mais popular da internet.
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Canções no iTunes, da Apple, custam 99 centavos de dólar, exceto a arquivos sem tecnologia DRM, que custam 1,29 dólar. Este modelo vem sendo combatido por alguns selos, que desejam usar um modelo variado de preços. A Apple, no entanto, se manteve firme em sua estratégia.
Quando a Amazon.com anunciou que lançaria uma loja, afirmou que venderia canções da gravadora EMI e centenas de outros selos.
O conceito de venda sem DRM pode prevenir que a loja online feche acordos com outras grandes gravadoras, que exigem a integração da tecnologia em seus arquivos digitais.
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