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03 de julho de 2009
internet
Mídia Digital

Buscador paga até US$ 15 a usuários por link qualificado sugerido

Por Heather Havenstein, para o IDG Now!*

Publicada em 14 de junho de 2007 às 11h04
Atualizada em 14 de junho de 2007 às 11h57

Framingham - Mahalo, sistema de buscas com interferência humana, procura voluntários remunerados para criar base de resultados.

O Mahalo, mecanismo de busca que usa a interferência de pessoas para aprimorar seus resultados, afirmou que vai começar a receber inscrições de pessoas que queiram ser pagas para fazer pesquisas.

Como parte do projeto batizado de Greenhouse, o Mahalo - que lançou sua versão alpha há duas semanas - está procurando interessados em fazer pesquisas para responder às consultas dos usuários que serão publicadas no site, caso eles permitam.

Os voluntários vão receber de a 10 a 15 dólares por resultado de busca sugerido, dependendo de quantos resultados o Mahalo aceitar.

Ao contrário dos buscadores automáticos, o Mahalo (palavra havaiana para “obrigado”) usa pessoas que chama de guias para garantir que os resultados não tragam spam, phishing e até excesso de anúncios.

Além disso, os resultados não vão incluir sites que publicam conteúdo de outros sites sem dar crédito ou sites de origem desconhecida, disse a empresa. No seu lugar, o Mahalo vai priorizar links para sites que criam conteúdo original.

O site está procurando guias para trabalhar em meio-período e que tenham experiências na enciclopédia livre Wikipédia, em blogs conhecidos ou site sociais de notícias e bookmarks.

Os candidatos com participação em redes sociais como Facebook, Twitter e MySpace.com ou que tenham blogs pessoais também vão ganhar pontos extras na avaliação.

Aqueles que optarem por não serem pagos podem doar o que arrecadarem para a Wikimedia Foundation, organização que cuida da Wikipédia. O Mahalo já reservou 250 mil dólares em doações à Wikipedia neste ano.

Ao ser lançado, no mês passado, o Mahalo afirmou que já tinha resultados para as 4 mil buscas mais populares da internet. A companhia quer chegar a 10 mil termos até o final do ano.

Entre os investidores do buscador estão a poderosa News Corp. e a Sequoia Capital, que trabalhou com Apple, YouTube, Yahoo, Cisco Systems e Oracle, entre outros.

*Heather Havenstein é editora do Computerworld, em Framingham.

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