Professora condenada em caso com spyware terá novo julgamento
Por Robert McMillan, para o IDG Now!*
Publicada em 06 de junho de 2007 às 19h10
Atualizada em 06 de junho de 2007 às 20h19
São Francisco - Julgamento anterior condenou Julie Amero a 40 anos de prisão por expor imagens maliciosas a seus alunos nos EUA.
Uma professora cumprindo pena após um spyware ter exposto imagens pornográficas a seus alunos terá um novo julgamento.
Julie Amero, professora substituta em Norwich, Connecticut foi condenada a 40 anos de prisão pelo incidente em sala da aula. Contudo, a juíza Hillary Strackbein garantiu a Amero um novo julgamento. Os motivos que levaram a essa decisão não estão claros.
O processo que acusou Amero por ter causado danos a seus alunos por acessar imagens pornográficas virou celebridade na comunidade anti-spyware, que a considerou uma vítima de um programa spyware malicioso.
Um dos advogados de Amero, o CEO da Sunbelt Software Inc., Alex Eckelberry, afirmou em um post em blog que ele está “muito satisfeito” com a decisão da juíza. “Há ainda o novo julgamento e o show ainda não terminou”, afirma.
Evidências apresentadas no julgamento de Amero mostram que o computador foi infectado por um código malicioso de JavaScript, após a visita a um site de estilos de cabelo, de acordo com Eckelberry.
A professora está contente com a decisão, de acordo com Herb Horner, um especialista em computação contratado por Amero para testemunhar em seu julgamento.
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