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08 de julho de 2009
internet
Áudio & Vídeo

CBS aquece participação em redes sociais com compra da Last.fm

Por Heather Havenstein, para o IDG Now!*

Publicada em 30 de maio de 2007 às 15h37

Framingham - Aquisição de rede social baseada em música por 280 milhões de dólares aumenta investimento do conglomerado em serviços online.

Em outra jogada para fazer presença em redes sociais, o CBS anunciou nesta quarta-feira (30/05) a compra do Last.fm, rede social para fãs de música, por 280 milhões de dólares em dinheiro.

Nascido em Londres, o Last.fm, que alega ter 15 milhões de usuários ativos em 200 países, permite a criação de comunidades de interesse que incluem tanto ouvintes como músicas.

O site oferece um sistema de recomendação social que oferece links para outros usuários do serviço com gosto musical semelhante ao seu. O site, fundado em 2002, também oferece a transmissão em streaming de rádios pessoais que trazem os artistas preferidos de cada um.

A compra é a mais recente em uma série de anúncios feitos pela CBS nos últimos meses para oferecer opções de redes sociais.

Na última semana, a companhia anunciou que sua unidade CBS Interactive tinha feito parceria com desenvolvedores de serviços sociais que permitem que usuários incorporem clipes da CBS em seus perfis pessoais, sites, blogs, widgets e páginas de comunidades.

Antes da CBS, as rivais NBC e News Corp. anunciaram planos de, juntas, criar um site de compartilhamento de vídeos nos moldes do popular YouTube.

A demografia da comunidade do Last.fm vai de encontrar com o objetivo da CBS de atrair espectadores mais novos em seus projetos corporativos, afirmou Leslie Moonves, presidente e CEO da CBS.

O presidente da CBS Interactive, Quincy Smith, afirmou que o Last.fm vem "apresentando um balanço entre aumento rápido na base de usuários, comunidade fiel e oportunidade de monetização que não distrai os ouvintes".

No blog do serviço, Richard Jones, fundador da rede, afirmou que a oferta da CBS os surpreendeu, principalmente, pelos planos progressivos apresentados pelo conglomerado e garantiu que os fundadores continuarão comandando o serviço após a compra.

*Heather Havenstein é editora do Computerworld, em Framingham.

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