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30 de junho de 2009
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Áudio & Vídeo

RealNetworks e eMusic apóiam decisão da EMI de vender músicas sem DRM

Por Jim Dalrymple, para o IDG Now!*

Publicada em 04 de abril de 2007 às 11h14
Atualizada em 04 de abril de 2007 às 11h49

São Francisco - Varejistas virtuais consideram a decisão um importante passo para o crescimento da indústria da música online.

Apesar de o anúncio feito pela EMI de que começará a vender música digital sem DRM (proteção contra cópia) teve como foco a loja iTunes, da Apple, esse não será o único serviço online a se beneficiar da nova política da gravadora.

Todo o catálogo sem tecnologia DRM da EMI estará disponível para as principais lojas virtuais de música, que estão mostrando apoio à decisão.

“O anúncio da EMI é um passo importante para a indústria de música digital”, disse Rob Glaser, chairman e CEO da RealNetworks, que opera o serviço de música Rhapsody. “Isso nos leva mais perto que nunca do dia em que os consumidores poderão comprar suas músicas prediletas no Rhapsody e ouvi-las no iPod ou em qualquer outro aparelho”.

A EMI irá oferecer músicas sem proteção com maior qualidade, tornando-as mais atraentes para o usuário final. As canções custaram um pouco mais, no entanto - no iTunes, sairão por 1,29 dólares, enquanto músicas com DRM custarão 99 centavos de dólar.

“Consideramos essas notícias boas para a indústria da música e um grande ganho para os consumidores”, disse David Pakman, presidente e CEO da eMusic. “Varejistas digitais agora poderão oferecer um produto que os clientes realmente queiram comprar por causa da boa qualidade e flexibilidade. Compatibilidade universal e experimentação de vários modelos de negócios e diferentes preços ajudarão a indústria da música a crescer novamente”.

Os vendedores de música online não são os únicos a apoiar a decisão da EMI. A Associação de Eletrônicos de Consumo (CEA, na sigla em inglês) ofereceu seu apoio no trabalho da gravadora para oferecer interoperabilidade.

“A CEA aplaude a Apple e a EMI por reconhecer o que os consumidores realmente querem da experiência com música digital; gravações de boa qualidade que sirvam tanto para ouvir em casa quanto na rua, juntamente com a liberdade de movimentar as músicas entre aparelhos diferentes”, disse Gary Shapiro, presidente e CEO da CEA. “Esse é o futuro do entretenimento digital”.

*Jim Dalrymple é repórter do Playlist, em São Francisco.

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