Gravadora EMI oficializa venda de músicas sem DRM pelo iTunes
Por James Niccolai e Martyn Williams, para o IDG Now!*
Publicada em 02 de abril de 2007 às 09h36
Atualizada em 02 de abril de 2007 às 13h38
Mais importante, o sistema DRM da Apple previne pessoas que compram músicas do iTunes de tocá-las em outros players de MP3 que não a linha iPod, da própria Apple.
A restrição atraiu críticas, particularmente de reguladores na Europa que afirmam que limita o direito de escolhas do consumidor.
Em fevereiro, Jobs pediu o fim do uso de DRM em músicas em uma carta aberta publicada no site da Apple. O documento alegou que consumidores se beneficiariam da mudança já que qualquer tocador reproduziria música comprada em qualquer loja online.
Reações ao documento de Jobs foram diferentes. O CEO da Warner, Edgar Bronfman, afirmou que a idéia de vender músicas sem DRM era "sem lógica ou mérito".
A EMI pareceu mais receptiva ao anúncio de Jobs, no entanto. A companhia já havia experimentado a venda de músicas sem DRM meses antes, com canções de Norah Jones e Relient K pela loja online do Yahoo.
A venda de músicas sem DRM é uma ótima notícia para consumidores, afirma Bryan Wang, analista da InStat em Cingapura. Antes do anúncio, o analista afirmou que clientes não entendem necessariamente DRM e apenas querem reproduzir canções compradas online em todos seus aparelhos.
Remover o DRM não significa necessariamente uma grande ajuda à pirataria, afirmou.
O compartilhamento ilegal de músicas tende a cair enquanto usuários se tornam mais maduras e começam a trabalhar, o que torna o compartilhamento de conteúdo entre pessoas além dos 20 anos não é comum. "Não esperamos que a troca pirata de música seja assim tão comum", afirma ele.
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