EMI já estaria negociando venda de músicas sem DRM, afirma WSJ
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A gravadora EMI estaria negociando com diversos serviços de venda de música para vender canções digitais sem tecnologia de restrição de cópias, afirma notícia veicula no The Wall Street Journal nesta sexta-feira (09/02).
A notícia cita fontes familiares com a questão para afirmar que, com as negociações, a gravadora tentaria resolver o problema de restrições à execução de arquivos imposta pela tecnologia DRM.
Caso se confirme, a EMI seria a primeira das quatro grandes gravadoras do mercado (Soma-se Universal, Sony BMG e Warner) a oferecer conteúdo digital sem qualquer protocolo restritivo.
No começo da semana, o fundador e CEO da Apple, Steve Jobs, publicou carta aberta em que se compromete a abandonar a venda de músicas com DRM na iTunes Music Store caso as gravadoras concordem.
Atualmente, o iTunes é a maior loja de música online do mundo, contabilizando mais de 2 bilhões de canções com DRM vendidas desde sua fundação, em 2003.
De acordo com o The Wall Street Journal, outras gravadoras já debateram a hipótese, mas nenhuma avançou tanto quando a EMI, que já havia vendido canções de artistas como Norah Jones e Jessica Simpsons sem DRM em 2006.
Entre os serviços que vêm debatendo com a EMI a proposta, estão Rhapsody, da RealNetworks, eMusic e MusicNet, além do próprio iTunes.
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