Liminar da Justiça pede que YouTube saia do ar no Brasil por vídeos de Cicarelli
Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!
Publicada em 04 de janeiro de 2007 às 10h10
Atualizada em 04 de janeiro de 2007 às 20h02
Para ele, seria mais viável abrir uma ação diretamente nos Estados Unidos para conseguir algum resultado efetivo, embora a Primeira Emenda, artigo da constituição que garante a liberdade de expressão pudesse dificultar a retirada do vídeo do ar.
Além disso, lembra Suiama, volta à pauta a questão de quem responde pelo site no País, como nos casos de quebra de sigilo na comunidade virtual Orkut (que, como o YouTube, pertence ao Google): a matriz ou a subsidiária?
O Ministério Público Federal entende que o Google Brasil deveria responder, mas o Google Inc. insiste que todas as solicitações devem ser enviadas à matriz, onde estão hospedados os servidores dos serviços.
No caso da ação movida por Tato e Cicarelli, o réu é o YouTube Inc., portanto ainda não está claro quem responderá pela ação no País.
Procurada pela redação do IDG Now!, a assessoria de imprensa do Google no Brasil afirmou que, por enquanto, a companhia não responde a solicitações ligadas ao YouTube.
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