Apple rebate estudo sobre queda abrupta nas vendas do iTunes
São Francisco - Em raro anúncio oficial, empresa diz que estudo da Forrester é impreciso e que iTunes mantém crescimento nos EUA e no Reino Unido.
A Apple quebrou seu silêncio usual para negar alegações de que as vendas do iTunes estão caindo vertiginosamente.
"A conclusão de que as versão do iTunes estão caindo é simplesmente incorreta", revelou a Apple em um anúncio na manhã desta quarta-feira (13/12).
A Apple responde à notícia divulgada pelo analista da Forrester Research, Josh Bernoff, nesta terça-feira, que concluiu uma queda abrupta nas vendas do iTunes.
Como não tinha informações precisas sobre as vendas no iTunes, Bernoff se baseou em análises proprietárias de 2 mil transações com cartões de crédito - um estudo focado nos Estados Unidos que ignora vendas do iTunes na Europa, Oriente Médio e Austrália.
A análise de Bernoff também ignora o iTunes Gift Cards, cartões de músicas e outras maneiras pelas quais fãs podem comprar músicas do serviço.
As alegações de Bernoff, publicadas apenas algumas semanas após a Microsoft lançar seu player Zune, forçaram a Apple a divulgar um incomum anúncio oficial.
A negação da companhia observa que "a Apple está liderando a revolução da música digital com quase 70 milhões de iPod venvidos e cerca de 1,5 bilhão de músicas compradas da loja iTunes Store.
As vendas do iTunes representam quase 6% de todas as músicas vendidas nos Estados Unidos, tornando o iTunes a quarta maior vendedora de música no país", destacou a empresa.
Longe de estar fora do setor, a companhia está se segurando em diversos mercado, explica a Apple. "No Reino Unidos, nossa participação de mercado é de cerca de 80% do mercado de download legal de música segundo a Official Charts Company".
As análises de Bernoff também são contrárias a um relatório divulgado pela Akamai, que explica que mais de 500 mil usuários online visitam o site de música por minuto nos mundo, principalmente a partir do iTunes, em períodos de grande procura.
O mercado de música online deverá crescer sete vezes até 2010, com receitas dos downloads de músicas e de assinaturas ultrapassando as vendas de CD pela web já em 2007, de acordo com a In-Stat Research.
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