Sites de cartões de redes varejistas falham em usabilidade
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Em uma avaliação de sites de redes varejistas que possuem cartão próprio (private label), o Ibope Inteligência concluiu que ainda falta aproveitamento das páginas online como ferramentas de negócios para cartões.
O estudo "Site Fácil - Melhores Práticas em Cartões Próprios do Varejo" feito de 21 e 25 de agosto observou a página de cartões de dez grandes varejistas, incluindo C&A, Carrefour, Leader Magazine e Marisa.
Em uma avaliação de sites de redes varejistas que possuem cartão próprio (private label), o Ibope Inteligência concluiu que ainda falta aproveitamento das páginas online como ferramentas de negócios para cartões.
As páginas dos varejistas avaliados foram submetidas a 24 itens de análise, englobando o acesso à área de cartões, links, design, conteúdos indispensáveis e arquitetura da informação.
De acordo com o estudo, o website do Carrefour é o que apresenta as melhores soluções em usabilidade em sua página de cartões, alcançando 74% de conformidade com os padrões recomendados.
Confusão
A pesquisa mostra que os varejistas que atuam em parceria com instituições financeiras estão entre aqueles que mais falham na padronização do site.
Alguns redirecionam os internautas para o site do parceiro, para a realização de algumas tarefas como consulta a extrato ou aquisição dos cartões via internet - opções que podem confundir o internauta e gerar frustração.
Na visão do Ibope, os sites de varejistas devem incorporar conteúdo e prestação de serviços aos clientes de cartões, aproveitando o crescimento do comércio eletrônico e da base de portadores de plásticos próprios.
Entre 2000 e 2005, o número de cartões de loja cresceu 105%, alcançando 159 milhões de plásticos e 27 bilhões de dólares em faturamento no ano passado, informa a ABECS (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de crédito e Serviços).
Paralelamente, segundo o IBOPE//NetRatings, o número de internautas que visitam sites de comércio eletrônico também cresceu, somando atualmente 7,1 milhões de usuários residenciais - 52,9% do universo de internautas com acesso residencial no Brasil.


