Links patrocinados: negócios aparecem e crescem
Por Daniela Braun, editora do IDG Now!
Publicada em 19 de setembro de 2006 às 08h00
Atualizada em 19 de setembro de 2006 às 09h55
São Paulo - Loja de móveis e site de produtos de fitness observam alta de mais de 200% em vendas apostando nos links patrocinados.
O link patrocinado era a peça que faltava para fabricante paulista de móveis de escritório, Brandão Móveis, ampliar seu faturamento mensal de 50 mil reais para mais de 250 mil reais em três anos.
A iniciativa partiu de Wilson Brandão, que dirige seu negócio há 17 anos e também trabalha com vendas pela internet desde 2001. “Pesquisava nos buscadores e via algumas empresas concorrentes do mesmo porte que o meu bem posicionadas, mas eu não estava aparecendo e as vendas estavam muito fracas”, lembra.
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Disposto a reverter o quadro, Brandão procurou a empresa de links patrocinados Te Respondo - adquirida pelo Yahoo! Em 2005 - e investiu 500 reais por mês em uma campanha de links patrocinados pelo Yahoo! Search Marketing.
Os resultados começaram a ser observados nos três primeiros meses. “Os clientes vieram de cara. Estou localizado em um bairro residencial da Zona Leste, em São Paulo, e comecei a receber visitas de clientes de vários lugares”, comenta Brandão.
Com o aumento da demanda, o pequeno comerciante decidiu ser mais audacioso e ampliou o aporte. Hoje investe 3 mil reais mensais em uma campanha com mais de 100 palavras-chave.
Para quem quer garantir seu lugar ao sol dos buscadores, o conselho de Brandão é investir de acordo com a sazonalidade. “Muitas vezes o mercado não é comprador em determinado momento. No entanto, agora as vendas do meu segmento devem se aquecer e aumentarei o investimento na campanha para 5 mil reais mensais”.
Outra dica do comerciante é manter sua campanha no ar, mesmo que o investimento tenha de ser reduzido. “Manter-se no ar é importante para a própria imagem e credibilidade da empresa”, afirma.
Pioneirismo
Antes mesmo do termo links patrocinados se popularizar, a loja virtual CorpoPerfeito adaptou-se para mostrar sua cara ao internauta interessado em produtos nutricionais e de fitness.
“Desde a época do Cadê http://br.cade.yahoo.com/ - buscador brasileiro comprado pelo Yahoo! - descobrimos um mecanismo para ficar no topo das buscas”, lembra Leonardo Grinstein, sócio-diretor do Galgrin Group, grupo de investidores que administra o site criado em 2000.
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