Número de acessos a banda larga no Brasil cresce 8% no primeiro trimestre
Por Daniela Braun, editora do IDG Now!
Publicada em 22 de junho de 2006 às 10h57
Atualizada em 22 de junho de 2006 às 15h50
São Paulo – Base instalada do País atingiu 4,364 milhões de acessos, puxada por novas opções acessíveis ao bolso de conexão com mais de 1Mbps.
O Brasil registrou um aumento de 8% no número de acessos a banda larga durante o primeiro trimestre de 2006, atingindo uma base instalada de 4,364 milhões de conexões, segundo dados da pesquisa Barômetro Cisco de Banda Larga, realizada pela IDC Brasil.
No final deste ano, as conexões rápidas à internet devem ter uma alta de 48% em relação a 2005, revela a pesquisa. Com a previsão, o número de conexões tende a crescer de mais de 4 milhões em 2005 para quase 6 milhões até o final do ano.
Ao longo de 2005, a base de acessos em banda larga no País cresceu 73%, saltando de 2,335 milhões de conexões em dezembro de 2004, para 4,039 milhões ao final do último ano. Somente no último trimestre, o País teve um aumento de 16,8% no número de acessos, diz o estudo.
Entre o último trimestre de 2005 e o primeiro deste ano, o acesso em banda larga ganhou cerca de 1 milhão de novos usuários - sendo 325 mil no primeiro trimestre de 2006 - com destaque para o segmento residencial, que já representa 86% dos acessos em uso. O Barômetro prevê que até 2010 o Brasil tenha 10 milhões de pontos de acesso rápido à internet.
No terceiro trimestre de 2005, a participação dos usuários residenciais na base de acessos de banda larga era de 84,3%, número que cresceu para 85,8% no último trimestre do ano. As conexões acima de 1 Megabit por segundo (Mbps) já representavam 7% do mercado ao final de março, de acordo com o estudo.
A maioria das conexões do País (51%), entretanto, ainda concentra-se nas velocidades de acesso de 256 Kilobits por segundo (Kbps) e 512 Kbps. As conexões com velocidades entre 512 Kilobits por segundo (Kbps) e 1 Mbps representam 21% dos planos de acesso e os planos de 128 Kbps a 256 Kbps tomam 21% do setor.
Preços
De acordo com o estudo, o aumento na participação do mercado de consumo (em oposição ao corporativo) na contratação de banda larga pode ser justificado por novas ofertas de conexões com velocidades superiores a 1 Mbps a preços acessíveis ao usuário residencial nos dois últimos trimestres.
Entre 2004 e o primeiro trimestre de 2006, os preços dos serviços de banda larga com velocidades mais altas apresentaram queda. As conexões de 2 Mbps a 6 Mbps tiveram uma desvalorização de 35,7%, enquanto as conexões entre 1 Mbps e 2 Mbps ficaram 3,4% mais baratas.
Veja os álbuns de fotos do IDG Now!:
>Carros que estacionam sozinhos
>Você já viu fotos do 1º celular? Clique aqui
>Conheça a história do computador
>Música portátil: do Walkman ao iPod
>Fotos: a história do software livre
>Fotos: 10 produtos estranhos de tecnologia
No mesmo período, os valores de planos com velocidades entre 128 Kbps e 256 Kbps subiram 18,4%, enquanto os planos de 256 Kbps a 512 Kbps aumentaram 18,2% e as conexões de 512 Kbps a 1 Mbps também apresentaram alta nos preços (8,2%).
Compartilhe:
- DEL.ICIO.US
- GOOGLE BOOKMARKS
- TECHNORATI
- NETVIBES
- DIGG
IDG NOW! BUSCA:
Links patrocinados
ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO IDG NOW!:
- Data Domain é comprada pela EMC
- Futuro do Twitter é visto com pessimismo por executivos de mídia nos EUA
- Amazon reduz preço do Kindle em US$ 60
- Cavalos-de-tróia carregam 75% das ameaças online no segundo trimestre
- Empresa de segurança SafeNet tem novo comando no Brasil
- Sites da Coreia do Sul são derrubados por nova onda de ataques online
Links patrocinados
Google Street no Brasil
Brasileiros farão carnaval para carro do Google, Firefox 3.5 é lançado e Pirate Bay vendido.
A queda do Muro
Marcelo Coutinho comenta, diretamente de Cannes, o novo modelo econômico da publicidade
Links patrocinados










