P2P: segurança em xeque
Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!
Publicada em 16 de maio de 2006 às 08h00
Atualizada em 16 de maio de 2006 às 08h48
São Paulo - Dicas ajudam usuário a driblar pragas virtuais em arquivos compartilhados.
Se as redes de compartilhamento de arquivos encontram na ilegalidade a motivação para o crescente número de adeptos, com a troca de conteúdos protegidos por direitos autorais, é também dela que vem o principal perigo para os internautas: a presença de pragas virtuais.
Assim como canções de bandas conhecidas e filmes de sucesso, as redes P2P estão apinhadas de códigos mailiciosos disfarçados sob o nome do artista que você procura, esperando apenas pelo seu download.
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Navegar pelas redes P2P sem tomar sustos com vírus e spywares é praticamente impossível, a começar pelos próprios clientes.
Muitos softwares oferecidos gratuitamente, como Kazaa, eMule e Morpheus dão receitas a seus desenvolvedores por meio de pragas espiãs integradas no aplicativo que registram os arquivos buscados.
Após montar um banco de dados consistente sobre suas preferências, o programa começa a oferecer inadvertidamente ofertas sobre assuntos que possam ser de seu interesse. Se você prefere manter seus dados em total confidencialidade, o melhor é nem começar a buscar arquivos.
Outro grande problema está na infestação de programas maliciosos pelas redes. Antes de virar febre, o poder de infestação das redes P2P foi descoberto por hackers, que infiltravam vírus e cavalos-de-tróia no sistema, com o nome de artistas de sucesso.
Uma rápida verificação na extensão do documento, porém, era suficiente para que o usuários se livrassem do perigo. Atentos à ameaças, muitos aplicativos, como o Shareaza e o próprio Morpheus, introduziram ferramentas que bloqueiam arquivos com extensões suspeitas, como “com” e “scr”.
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